quinta-feira, 31 de março de 2011

Estou de volta. Não abandonei o blog, mas ando sem tempo e desanimada pra escrever das mesmas coisas, dos meus desafios, dificuldades, medos, vontades, etc.


Bem, pra falar de mim, ando muito cansada. Minha rotina tá pesada, trabalhando direto, minha folga mal dá pra resolver minhas pendências, muito menos pra descansar.
Minha fome voltou, ando comendo mais, mas preocupada com o peso, porque minhas roupas não cabem mais.
Anninha anda mexendo muito, me cutucando, dizendo que está ali e me alegrando.


Esses dias recebi a notícia que tinha perdido direito ao meu plano e não poderia fazer outro aproveitando a carência, teria que ir pro SUS à essa altura da gravidez.
Meu plano era vinculado à uma empresa em que trabalhei e que tinha direito de ficar um ano pagando como pessoa jurídica, após isso faria uma transferência de contrato de pessoa jurídica para física. Mas a Amil não aceitou a transferência. A princípio. Pois eu reclamei no site e eles fizeram uma re-análise e me reintegraram ao plano. Graças a Deus! Não sabia como iria começar do zero e partir para o SUS, que tem uma atendimento precário, internações precárias, pessoas trabalhando de má vontade com vidas que estão passando por algum tipo de problema, precisando de algum tipo de ajuda, pois se não, não estariam ali. Etc. 
Enfim, deu certo.


Bem, hoje sonhei com ele. Tão real. Quando tenho esses sonhos com ele, sempre estamos bem no sonho, fazendo as pazes, prometendo amor e felicidade juntos. MAS DAÍ EU ACORDO. Minha raiva dele se dissipa por alguns instantes, sinto saudades, vontade de que aquele sonho se realize um dia e que seja breve. MAS nem tudo é como queremos.
Então, deixa eu voltar à minha vida agitada, pra esquecer isso mais uma vez. Com o tempo esqueço mesmo. Até sonhar com ele de novo.


Sobre os preparativos da chegada da Anna, tudo muito complicado, sem dinheiro é tudo mais lento e demorado. Mas ontem cheguei a comprar 5 macacõezinhos lindos pra minha baby e 6 meinhas fofas. Sei que poderia pedir no CHÁ DE BEBÊ, mas não resisti.
O que está me trazendo preocupação mesmo é a pintura do quarto, arrumação dos móveis, chá de bebê porque quase não tenho folga no sábado e domingo e não tenho a escala com antecedência. Ai, isso tá me preocupando mesmo. Mas já tô preparando a arte do convite e depois vou ver as lembrancinhas.


Gente, por hora é só. Minha vida anda a mesma, como podem ver. Acho que só com a chegada da Anna vai mudar. PRECISO DE ALEGRIA, FELICIDADE. PAZ.


Beijos a todos. 
domingo, 20 de março de 2011
SIGNIFICADO DO NOME:


Anna Beatriz


Ana: Significa cheia de graça e predispõe a criança a se tornar muito segura, graças à sua boa organização mental. Sua intuição lhe garante boas escolhas nos estudos, na profissão e no amor. Do hebreu "cheia de graça", "que tem compaixão, clemência". 


* Espero que no mundo de hoje, minha pequena também encontre pessoas que terão compaixão dela.

Beatriz: Significa aquela que faz os outros felizes e indica uma pessoa bem disposta, capaz de fazer piada com tudo, para alegrar a si própria e para dar nova luz aos ambientes que freqüenta. Mas isso não impede que ela tenha um espírito crítico, capaz de distinguir com muita clareza o certo e o errado. Do latim "bem -aventurada". 


Se aos 20 anos você soubesse o que significa chegar aos 30, com certeza não se preocuparia tanto com a idéia de mudar de década. Acredite: é nessa fase que a vida nos reserva um bocado de prazeres...
É a idade da determinação, sabemos o que queremos, como queremos e quando queremos.
Aos 30, descobrimos que...nossa familia é em quem mais podemos confiar....
Que ouvir um Não, ou dois, ou três ...deixou de ser motivo de frustração, agora conhecemos o caminho das pedras para transformá-lo numa infinidade de SIM!
Depois de sobreviver as espinhas, aos excessos de autocríticas e as dietas da moda, finalmente acertamos o corte de cabelo, o perfume, o personal trainer...e estamos mais bonitas do que nunca, Viva o espelho!!
Para uma mulher de 30 anos, a cama é um paraíso, e passar a noite em claro só se for por uma boa causa.
Cuidar do corpo e da mente é uma necessidade básica.
Nosso radar para as cantadas furadas começa funcionar à perfeição, e dá para mandar embora aquele sujeito que não tinha mesmo o menor futuro.
Brigar com garra pelos próprios direitos se tornou um hábito, e conseguir mais da vida também.
Não temos mais pavor de criar um filho, mas se quisermos temos ainda anos pela frente para pensar a respeito da maternidade.
E cá entre nós, nesta fase freqüentamos os sonhos dos homens de 20 e somos desejadas pelos de 40...
Por isso aproveite muito bem esta fase...temos uma década inteira para nos acostumar com a idéia de chegar aos 40 feliz da vida!


Fechei os olhos para esquecer
Esquecer o seu sorriso
Esquecer o seu olhar
Esquecer a sua boca
Esquecer você
Fechei os olhos para tentar esquecer
Tentar esquecer o que se passou
O que faltou
O que eu queria
O que você fazia
Fechei os olhos para esquecer
Esquecer que um dia sonhei com você
Esquecer quem é você e quem sou eu
Fechei os olhos para me encontrar.
Daquilo que eu sei
Nem tudo me deu clareza
Nem tudo foi permitido
Nem tudo me deu certeza...

Daquilo que eu sei
Nem tudo foi proibido
Nem tudo me foi possível
Nem tudo foi concebido...

Não fechei os olhos

Não tapei os ouvidos
Cheirei, toquei, provei
Ah Eu!
Usei todos os sentidos
Só não lavei as mãos
E é por isso que eu me sinto
Cada vez mais limpo!
Cada vez mais limpo!


Daquilo que eu sei

Ivan Lins

sexta-feira, 18 de março de 2011


Copiei um pedacinho de um post no BLOG: "Grávida, estado civil, mãe (Solteira)". Tomei a liberdade, mesmo sabendo que as pessoas não gostam muito de que copiem seus posts, mas estou colocando os créditos.
Quis colocar esse trecho do post aqui porque me identifiquei muito com ele. Muito parecido com minha vivência. Lá vai.


"Eu acho que os homens tem medo que estejamos procurando um "pai" para nossas crianças. Vou ser sincera: tenho uma casa, minha filha e somos uma família. Quero sim, alguém para dividir bons momentos. E só. Pai a minha filha já tem. A história dela é esta. Não quero alguém para "costurar" ou "remendar" algum buraco. Os vazios deixados naqueles momentos ou em qualquer outro da minha história ficarão lá para sempre e terei que aprender a conviver com eles.
É engraçado que, quando eu digo que sou "mãe solteira" parece que eu estou procurando uma aliança. Não, não estou. Se procurei? Sim, no período que estava com a barriga crescendo e precisava do pai da minha filha, de alguém que estivesse nesta viagem comigo e, portanto, tivesse um nível maior de empatia pelo que eu estava sentindo."


O post é TODO interessante, mas Não quis copiar tudo. Só esse trecho já diz o que eu também penso.
quarta-feira, 16 de março de 2011




Sou alguém que já escondeu um AMOR c/ medo de perdê-lo e já perdeu um AMOR por escondê-lo.

Que já expulsou pessoas que amava de sua vida e já se arrependeu por isso.

Que já passou noites chorando até pegar no sono e já foi dormir tão feliz, a ponto de nem conseguir fechar os olhos. 

Que já amou pessoas que a decepcionaram e já decepcionou pessoas que a amaram. 

Que já passou Horas na frente do espelho tentando descobrir quem é e já teve tanta certeza de si, a ponto de querer sumir. 

Já mentiu e se arrependeu depois, já falou a verdade e também se arrependeu.

Aquela que já caiu inúmeras vezes achando que não iria se reerguer e já se reergueu inúmeras vezes achando que não cairia mais. 

Já chamou pessoas próximas de "amigas" e descobriu que não eram... 

... Algumas pessoas nunca precisou chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim...
terça-feira, 15 de março de 2011



Três dias em casa!!! Dois de atestado e um de folga (Amanhã).
Ontem não descansei, fui ao Gineco, demora pra caramba a consulta. Fui no Centro de Niterói resolver o negócio do meu plano de saúde, que eles falaram que vão fazer uma análise ainda pra ver se continuo no plano como pessoa física, porque antes era pessoa jurídica. Se não aprovarem, vou pra onde? Pro SUS!


É. Só iria me faltar acontecer isso pra acabar de vez com meu psicológico.
Depois fui dar uma rodada em S.G pra comprar "algumas" coisinhas. Comprei umas blusas, um macacãozinho, maquiagens (Grávida e Bela), prendedores de cabelo, etc. Adoro comprar. Mas tô me segurando bem. Só comprei coisas essenciais pro momento.


Hoje tirei o dia pra arrumar algumas coisas no quarto, afinal vou fazer 6 meses e não fiz nada ainda pro quartinho da Anna. Tem muita bugiganga que precisam ser jogadas fora. Tô pensando em como vou pintar o quarto, é que sou teimosa e queria pintar, ao invés de pedir a alguém. Mas o teto vai ficar muito difícil. Pra isso, tô tirando algumas coisas pra mandar pro terraço e deixar espaço pro berço.


Ah, fui no postinho aqui perto também, porque meu médico me pediu 3 doses de anti-tetânica. Doeu um pouco na hora, que ruim. Mas até que foi rápido lá, pensei que fossem criar um monte de caso só pra dar vacina. Vou tomar uma por mês até o parto.
E descobri que a partir da segunda dose de BCG da baby, pode dar lá também. Que bom, porque é perto de casa.


Meu superv. me ligou pra saber porque faltei ontem e hoje. Me disse que tô de folga amanhã. Tô muito gripada, espirrando horrores, tossindo. Saiu até sangue do meu nariz. Sorte que li que grávida tem isso mesmo. Se não, estaria desesperada.


Amanhã tenho mais um dia de descanso, pretendo mesmo descansar, porque não deitei nem um pouquinho. Ah, essa net não deixa também!!
sexta-feira, 11 de março de 2011
É uma angústia no fundo da alma que muitos definem como um aperto no peito. Uma aflição que abre fendas, agride as entranhas, sufoca, que consome e magoa profundamente, parecendo não ter fim. 
Quem é que já não se sentiu transpassado pela lâmina da dor? 

A dor de uma perda, da partida, da rejeição, da decepção, da espera, da injustiça, do fracasso, da incerteza, da solidão, do arrependimento, do inconformismo, do desespero, da culpa. Dores que advém de tragédias pessoais e sonhos despedaçados nos deixando quase desfalecidos em estado de perplexidade, solidão e incompreensão. 

Dói quando não conseguimos enxergar uma saída, quando nos sentimos desamparados não conseguindo acreditar na própria força e muito menos no amanhã. Dói também quando protegidos atrás de uma máscara de onipotência não expressamos sentimentos por receio de deixar transparecer nossa humana vulnerabilidade. 

Assim, dores de todo tipo vão se instalando e de alguma forma vamos permitindo que fiquem, desenvolvendo até mesmo uma espécie de relacionamento com elas, cultivando-as e amordaçando assim o prazer da vida que se ofusca e parece se definhar aos poucos... 

A dor também pode ser uma incômoda mensageira, e para não enfrentá-la, fingimos não entender sua linguagem fechando os olhos e os sentidos, então o corpo adoece tentando utilizar outra expressão, instigando para que olhemos pra dentro. 

E as dores se acumulam, tornando-se um fardo pesado que vamos arrastando pela estrada da auto piedade. Dores que podem nos remeter a um estado de inércia como se a vida em nós deixasse de existir, embora lá fora ela continue seu fluxo sem ao menos diminuir o ritmo para que possamos enxugar nossas lágrimas. E a dor se transforma em feridas, que infeccionadas necessitam de cuidados, sentimentos que precisam ser remexidos, dissecados e elaborados para então abrandados, não permitir que a mágoa se instale. 


Mas como explicar, o quanto certos acontecimentos nos afetam embora pareçam irrelevantes para outros? Como falar sobre uma dor que ninguém vê e que diante de tantas catástrofes e desgraças alheias parece até mesmo uma bobagem?! 

por Silvana Lance



Não conheço ainda a dor do parto, mas sei que a mulher, quando grávida, sente algumas dores peculiares. Uma pontada aqui, outra dorzinha ali. As costas doem de vez em quando, uma dor no peito por causa da falta de ar, etc e tal.
Mas essas não são as piores dores. Não mesmo. Pelo menos pra mim.
Nossa, a dor da solidão é cruel, insistente, machuca mesmo... Uma dor que chega, se instala e faz você olhar tudo ao redor com um olhar de desesperança, olhar de crítica, de tristeza até.


Tô assim, meio sei lá.
Ando estressada demais, enjoada demais, sensível demais, cansada demais, ansiosa demais, me sentindo sozinha demais. E, sabe? Acho que Deus decidiu me dar essa filha pra que eu não sinta mais solidão...
Mas às vezes também fico pensando se vou deixar de ter essa sensação... Não quero essa tristeza depois que minha filha chegar. Quero que ela saiba que estou feliz com a chegada dela e, além do mais, tenho medo de que essas insatisfações e estresses venham afetar a saúde dela, enquanto está na minha barriga.


Ai, não ia me perdoar. 
Mas sabe, minha vida tá muito difícil... Muita cobrança no trabalho, uma maratona pra chegar lá e voltar de lá, essa obra em casa que nuuuuunca acaba, me acorda cedo, minha mãe vai dormir às tantas da madruga mexendo nessa cozinha direto e durmo tarde!!!
QUERO MINHA CASAAAAAAA!!!!!


Esse salário que não dá ainda pra comprar as coisas da minha pequena, pintar o quarto, refazer tudo para a chegada dela; faltam só 4 meses, menos até e nada foi feito...
Ô, ansiedade!


As pessoas falam pra eu ter calma... Mas que vida difícil é essa, pra ter calma??
Queria pegar a estrada, ir pra uma pousada longe daqui, de manhã quando acordar ir à praia caminha com chuva ou com sol, de tarde almoçar, cochilar lendo um livro, de noite caminhar no calçadão... Paz... Quero paz... Só isso.


Estou numa época em que nem uma conversa com um homem do sexo masculino (um homem interessante, claro) posso ter. Minha sensibilidade faz com que eu me sinta mais só ainda de não ter um homem interessante desses ao meu lado. É, ODEIO mesmo ficar sozinha. E isso tá pesando muito. Um fiapo de atenção que ele me der, acho  que sou capaz de me apaixonar loucamente. :/


Nesse caso, é bom evitar contato com homens interessantes...


Boa noite pra todos...

quinta-feira, 10 de março de 2011



Dias difíceis. Não tenho tido ânimo pra escrever, mesmo porque os dias têm sido iguais e sem muitas novidades. Aquela vida de sempre, com as mesmas dificuldades. A novidade é que Anna tá mexendo. É uma sensação muito esquisita e legal ao mesmo tempo... Só para de mexer quando minha mãe bota a mão pra sentir. Rsrsrsr.


Tenho me sentido triste, apesar da Anna me alegrar em momentos. Mas acho que só vai se concretizar essa alegria quando ela nascer.
Tenho sentido falta de muitas coisas...
Quero minha casa, meu canto, minha comida, uma pessoa pra me fazer companhia... Me sinto tão só...
Quero meus fins de semana de volta pra passear, descansar, namorar...
Quero curtir minha gravidez, poder ir trabalhar com a roupa que eu quiser, mostrar ao mundo minha barriguinha que acolhe minha pequena filha...


Ai...
Quero por vezes estar na minha casa, ligar meu rádio, fazer minhas receitas, ter alguém pra prová-las...
Chegar em casa e sentar no meu computador, ir dormir a hora que quiser, acordar a hora que desejar...
Quero sair desse bairro horrível, feio, sujo, cheio de gente mal educada...
Parar de pegar ônibus cheio de gente que não se importa com grávidas e velhos...


Ai, que mundo...
Queria mudar tanta coisa...

quarta-feira, 9 de março de 2011
O que é que faz a gente se apaixonar por alguém? Mistério misterioso. Não é só porque ele é esportista, não é só porque ela é linda, pois há esportistas sem cérebro e lindas idem, e você, que tem um, não vai querer saber de descerebrados. Mas também não basta ser inteligente, por mais que a inteligência esteja bem cotada no mercado. Tem que ser inteligente e... algo mais. O que é este algo mais? Mistério decifrado: é o jeito.

A gente se apaixona pelo jeito da pessoa. Não é porque ele cita Camões, não é porque ela tem olhos azuis: é o jeito dele de dizer versos em voz alta como se ele mesmo os tivesse escrito pra nós; é o jeito dela de piscar demorado seus lindos olhos azuis, como se estivesse em câmera lenta.

O jeito de caminhar. O jeito de usar a camisa pra fora das calças. O jeito de passar a mão no cabelo. O jeito de suspirar no final das frases. O jeito de beijar. O jeito de sorrir. Vá tentar explicar isso.

Pelo meu primeiro namorado, me apaixonei porque ele tinha um jeito de estar nas festas parecendo que não estava, era como se só eu o estivesse enxergando. O segundo namorado me fisgou porque tinha um jeito de morder palitos de fósforo que me deixava louca ¿ ok, pode rir. Ele era um cara sofisticado, e por isso mesmo eu vibrava quando baixava nele um caminhoneiro. O terceiro namorado tinha um jeito de olhar que parecia que despia a gente: não as roupas da gente, mas a alma da gente. Logo vi que eu jamais conseguiria esconder algum segredo dele, era como se ele me conhecesse antes mesmo de eu nascer. Por precaução, resolvi casar com o sujeito e mantê-lo por perto.

E teve aqueles que não viraram namorados também por causa do jeito: do jeito vulgar de falar, do jeito de rir sempre alto demais e por coisas totalmente sem graça, do jeito rude de tratar os garçons, do jeito mauricinho de se vestir: nunca um desleixo, sempre engomado e perfumado, até na beira da praia. Nenhum defeito nisso. Pode até ser que eu tenha perdido os caras mais sensacionais do universo.

Mas o cara mais sensacional do universo e a mulher mais fantástica do planeta nunca irão conquistar você, a não ser que tenham um jeito de ser que você não consiga explicar. Porque esses jeitos que nos encantam não se explicam mesmo.
Martha Medeiros
Sozinha, meu pensamento focaliza em alguém. Deixo-o livre, e de repente meu coração aperta. Mas não estou triste, pelo contrário, deixo escapar um sorriso. Comer não me parece tão importante, agora me sinto alimentada por outra coisa. Acordo sempre com os mesmos pensamentos, e os mesmos me impulsionam a ter uma grande vida. Quando falo com você, sinto coisas estranhas, mas boas. Quando falo com você minha cabeça pensa direito, mas minhas palavras saem embaralhadas, e minhas mãos ficam suando. Meu pensamento focaliza alguém, esse alguém é você. É, ando carente...*
Bob Marley


Tento sempre compreender o que querem de mim
Quando sintonizam comigo
Mas às vezes a própria pessoa não sabe o que quer
Aí fica mais difícil!

Participo de tudo que sou Capaz
Mas só posso ir até onde me permitem...      

Sou o que a sua percepção lhe permitir enxergar…
Talvez Eu seja Mais louca do que você acredita…
E mais inteligente do que você imagina!

Talvez eu seja mais Intensa do que você pensa…

Talvez eu tenha Coragem de dizer o que você não ousa
Ou Saiba dizer de forma simples o que você não consegue expressar…

Talvez Eu me permita ser diferente a cada dia
Ou talvez eu simplesmente seja assim
E realmente goste de ser assim…
Dizer o que sinto, porque sinto.

Gosto de rir de mim mesma, de fazer Drama quando estou muito triste até passar a dor…
Mas também quando passa vai de uma vez só!

Gosto de ler coisas que me façam pensar diferente… Amo mudar de idéia!!!

Gosto de pessoas de “atitude” que fazem com que eu reflita sobre as minhas…

Gosto de aprender tentando E crescer através das minhas experiências.

Amo ser surpreendida…

Escolhi a profissão que vou seguir e vai ser por Amor …

Sei admitir quando erro, sei pedir desculpas
E estou aprendendo a lidar com a minha amiga ansiedade.

Acredito que quando é meu, vem com força… Quando é mais ou menos não é para ser!

Não gosto de situações obscuras
Não gosto de pessoas que estão metade junto a mim…
E a outra metade na dúvida, sem saber para onde vai…

Não Gosto de viver mais ou menos, beijar mais ou menos, abraçar mais ou menos, sentir mais ou menos…

Nestas situações eu não sou eu… Sou parte de mim e acredito que não flui como deveria…

Me Mostro à medida que você se mostra … Mas às vezes você só vê aquilo que quer ver… 

Tudo é passível de mudança e é preciso ser Forte para perceber que a “persona” também é flexível e muda…

A questão então é ter Flexibilidade…

Eu … sempre filosofando demais …

Talvez você tenha uma idéia equivocada sobre a minha pessoa...Talvez eu mesma tenha te ajudado a formar essa idéia sobre mim...


Mas só talvez!

Enfim…

A vida é um um talvez!
domingo, 6 de março de 2011
Estou cansada.
Estou cansada de tanta coisa...
Estou cansada de reclamar...
Estou cansada de tanta ignorância...
Cansada de tanto egoísmo...
Cansada de tantos mal tratos às crianças, sem punição alguma.
Exausta de tanta falta do que fazer das pessoas, enquanto eu tenho tantas coisa a fazer, realizar...
Exausta desse desânimo que me assola quando tenho que ir trabalhar...
Exausta dessa vontade de nada fazer, se TENHO que fazer!
Estou cansada de querer sempre alguém ao meu lado, me dando carinho, atenção, respeito.
Isso! Estou extremamente EXAUSTA da falta de respeito de um ser humano para com o outro!!!
Parem o mundo, eu quero descer!!!!


Estou farta. Farta de ser forte, de ser fraca. Pois é, tenho os dois lados da moeda: Tão forte e resistente para algumas coisas e tão fraca para outras. FRÁGIL.
Estou farta de ter que esquecer o que me fazem, ter que relevar as injustiças contra mim e contar os outros, eu que sempre odiei a injustiça.
Estou farta de ter que ficar calada por tudo isso!!
Quero falar!! Quero gritar!!! Quero chorar!!!





Estou farta de tanto sacrifício, tanta cobrança, tanta decepção e de tanta percepção!
Pois é, porque eu percebo as coisas à minha volta. Percebo como as pessoas se tornam piores a cada dia
e nessa percepção, me torno pior do que elas!!
Entre numa de egoísmo também para me vingar de tanto individualismo que presencio.
E aí alguém pode me chamar de egoísta? Até aceito ser chamada, mas apenas por uma pessoa que ainda respeita leis, idosos, grávidas, mulheres, crianças, animais e etc.
Por que em minha vida, fiz de tudo pra manter o respeito às pessoas pra ser respeitada sempre, mas não vejo esse respeito para comigo. Então... Me trono uma outra pessoa. Uma pessoa que não queria ser, mas que as outras pessoas me fizeram e fazem ser.


O PROBLEMA é que quando sou boa, sou demais, mais quando sou ruim - Vixe! Nem queiram saber!!


Estou cansada também dessa revolta que não passa! Que só aumenta. 
Desse medo de sofrer ainda mais, depois de tudo o que já passei na vida...
Cansada de ser considerada sem juízo porque engravidei daquele cara que não tá nem aí pra mim. Será que as pessoas não vêem e levam em consideração que tive juízo a vida toda até os 28 anos?? E no meu "primeiro" maior deslize (Claro que com conseqüências consideráveis.) sou tida como a "desajuizada"??
Me cuidei muito a vida toda. Me precavi. Até afastei pessoas por parecer, pra elas, centrada demais! Agora as pessoas vem com essas palavras: juízo daqui pra frente, hein, menina!!
O que ganhei com esse juízo todo??
Ai, vocês me cansam!


EXAUSTA. EXAUSTA DE ESTAR EXAUSTA.

Nívia F.

sábado, 5 de março de 2011



Eu que sempre gostei de estar no barulho, no meio da bagunça, onde tinha confete e gente estranha. Eu que me sentia em casa na rua, que saía e nem queria voltar... Eu que achava que meu riso era sincero nesses momentos e a alegria tamanha. 


 Mas aprendi a lidar com a calmaria, com a serenidade da vida que hoje levo, a gostar de viver assim, a preferir essa paz que tem andado de mãos dadas comigo desde que consegui abrir mão de você, tenho aprendido a doce felicidade de ter por perto pessoas muito familiares e queridas, coisas conhecidas pelos meus sentidos. Nunca imaginei que fosse estar assim aos 28 anos, pelo menos não como estou hoje. Está sendo tão bom esse aprendizado, tem sido maravilhoso poder tatear meu amigos, minha família, minha menina, meus desejos e vontades, meus sonhos... Têm sido tão bom dividir esses novos sentimentos em um coração revigorado pelo amor. AMOR DE MÃE. Amor incondicional.


Te espero, querida!
Tem dias que não são fáceis, não mesmo! Me estresso, grito, me descabelo, porque sou humana, poxa, tem dias que eu quero poder sentar e não ter nada pra fazer, nem coisas pra resolver, nem nada o que pensar, nem gente pra aporrinhar. Tem dias que eu quero ir pra longe, desligar o celular, sentir um vento bater no rosto, e uma água geladinha na ponta dos dedos, pra acalmar o coração, pra respirar ar puro, pra conseguir relaxar um pouco, pra poder ser menina de novo, sem tantas cobranças!


Amanhã vou acordar e ver tudo diferente, sem essas cores cinzentas, talvez o riso seja mais largo e eu não precise mais me desculpar de nada, nem me lamentar...
 É, talvez amanhã eu acorde e o dia seja looongo e feliz e de noitezinha eu possa ficar na frente de casa batendo papo e contando causos, como eu gosto tanto de fazer, talvez eu consiga falar do "papai" sem chorar depois e sem ter ódio, e essa dor se aquiete, talvez eu sonhe um momento em que tudo esteja tão lindo e o "papai"cheio de vontade de estar com você.
 Talvez amanhã quando eu acordar, não sinta falta de nada do que é essencial, porque consigo tocar tudo que preciso com as mãos. Talvez eu acorde amanhã e sinta o vento bater no rosto sem precisar pensar em mais nada, sem precisar de colo, sem precisar de carinho, nem de afago... Porque terei o seu, minha menina...
 Talvez eu possa me sentir contente com a vida que tenho, e ver que ela é maravilhosa! 
Talvez "papai" venha nos visitar, e eu faça um café bem quente pra ele.  Enquanto ele brinca com você na sala, faço um bolo enquanto ouço a gargalhada tão gostosa dos dois. Consigo sentir o cheiro do café, tão, tão bom.
Talvez minha mãe não precise trabalhar nesse dia e meus irmãos estejam em casa, e a gente possa sentar e conversar, como gostamos tanto de fazer.
Talvez amanhã... quando eu acordar...



Às vezes sorrio, olhando em volta e penso que essa solidão é minha apenas por enquanto...
Que daqui a pouco você estará aqui, que daqui a pouco o céu me trará você e eu nunca mais precisarei ficar naquele estado lastimável...


E daí tudo será diferente. Iremos caminhar de mãos dadas num jardim florido e verei você trazendo uma flor bem colorida pra mim...
Em dias tristes, que sei que existem em qualquer vida, você virá e sentirei um terno abraço, uma abraço de amor verdadeiro...
E tiraremos fotos pra gravar nossos momentos de alegria e sorrisos e depois deitadas na cama, vamos relembrar esses momentos admirando as fotos...


E quando olhar o seu sorriso sincero, vou me esquecer de tudo o que de ruim passei, de todas as tristezas e inseguranças, todas as derrotas, todas as vezes que não quis que você viesse a esse mundo...


E no shopping vamos nos divertir, olhando brinquedos e vitrines... Na praça da alimentação, vários lanches...
sexta-feira, 4 de março de 2011


Pensei o dia inteiro em chegar a casa e escrever algum texto sobre a felicidade.
Mas, definitivamente, eu vivo apanhando da vida e agora só penso em falar sobre algo que já vem se tornando monótono. 
Todo aquele papinho enjoativo de quem não anda para frente, mas que é inevitável.
É verdade, nós gostamos de um bom drama, de ouvir uma música no rádio e ficar mastigando aquele passado. Gostamos de uns bons tapas no coração.
Chegamos no xis da questão, nós não nos conformamos com o modo como dirigimos nossas vidas.
Quero mudar... Então, é preciso que eu esqueça! 
Porque não posso mais ficar nesse meio termo que me esmaga!

Estive pensando em como pude deixar que as coisas chegassem a esse ponto. 
Pergunto-me porque finjo acreditar que não me importo mais.
A gente finge que tudo foi perfeito, porque mais vale uma lembrança boa do que essas frases soltas, essa vontade de escrever sobre nós.
Mas não posso, porque é tornar muito grandioso algo que nem sei mais se sinto, se minto ou crio. 
Só sei que estou aqui, escrevendo qualquer coisa para dizer que isso tudo ainda me faz sofrer.
Sempre tive aquela preocupação de usar sinais para não escrever descaradamente seu nome no texto. 
Gravei seus olhos e nunca vou saber dizer o que vi aquele dia.
A questão é que não posso mais ficar aqui descrevendo sobre sua ausência porque não fere mais só a mim, passou a ferir outra pessoa. Minha menina. E isso não posso permitir.
E seria aqui, que eu colocaria um ponto final na nossa história, que parece não ter fim. 
E francamente, não acredito que tenha.


Não sei se a história vai ter uma continuidade boa ou ruim, tudo no momento mostra que vai ser ruim, porém, acho que lá no fundo do meu ser, tem uma esperança de que essa história tome um rumo diferente um dia e que você olhe para a pessoa que vai te encantar pra sempre, a sua filha.


Eu nunca sei por que continuo insistindo nessas manias de querer me comunicar com alguém que não fica presente, que nunca sabe como me sinto ou das situações que tomam conta dos meus pensamentos.
Não sabe nada, nem metade do que me faz entristecer ou sorrir em meus dias e mesmo assim, mesmo sabendo o quanto essa situação é inútil, escrevo essas palavras...
E isso é patético.
Sei que nada mais o atinge e de repente isso me faz mal, porque eu escrevo inevitavelmente por sua ausência, acredite, isso é frustrante.

E acho que ainda escrevo por desejar muito a sua presença, não na minha vida, mas na vida da minha filha, que por obra do destino e, queira você ou não, é também sua filha.


Quis muito te ver dias seguidos, quando fiquei mal, feliz, solitária, enfim, tinha tanta coisa para falar.
Mas agora... Não sei mais: confusa, triste, desesperançosa em relação a você. 



Escrever pode ser revelador, por mais que tente esconder algumas coisas, acabamos nos traindo e deixando que o texto revele mais do que propusemos no início.
Eu também tenho medo de expor demais o que sinto através das palavras que nunca soaram enganosas, apenas revelaram sentimentos.
Tenho medo de nunca mais parar de sentir isso, que frequentemente vem me prejudicando muito, porque a ausência causa tristeza, e a tristeza me revela um vazio imenso, e este por sua vez me mostra a mágoa.
Também carrego uma angústia enorme de me enganar muitas vezes, de escolher sempre errado.


E AGORA, MAIS UMA VEZ...



Não é nada bom, definitivamente, passar os fins de semana à noite, sozinha, na internet, relendo textos ou no orkut, ou num msn vazio...
É estranho como em um momento você tem alguém e no outro não.
Não falo da morte, o que poderia caber aqui, mas falo de pessoas que num dia você compartilha idéias, sonhos e depois passam a se tratar como estranhos.
Ás vezes acontece algo inusitado e param de se falar, outras vezes deixam acontecer e isso vai transformando tanta gente em lembranças, em papel velho, em pensamentos apagados.
Deixamos as pessoas "se apagarem" e as pessoas nos deixam cair no esquecimento.
Quantas pessoas incríveis eu perdi? De certo, inúmeras, de certo, várias.


Quanta saudade de pessoas desaparecidas, quanto falta me faz ter que escolher o que vou fazer no fim de semana, quanta falta me faz estar rodeada de amigos ou de estar abraçada à alguém numa bela noite de sábado....


À essa altura, em outros tempos, estaria viajando por esse mundão à fora pra curtir o carnaval bem longe daqui...


Saudades...
UM VAZIO ENORME.
quinta-feira, 3 de março de 2011



"Hoje apetecia-me não olhar para minha alma, 
não olhar para a parte ferida. 
Hoje queria apenas olhar para o mar e pensar que
a imensidão que tem é tão grande como a minha força 
e é por isso que ainda estou viva, aqui, a reviver tudo outra vez."


Hoje queria olhar-te de frente e perguntar:
Por quê?? Por quê???? Por quê?????





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Aos 34 anos, sagitariana com ascendente em capricórnio (discordo, mas fazer o quê?!), do Rio de Janeiro (com louca vontade de morar num lugar tranquilo), estudante de psicologia (mas cheia de problemas de cabeça. rsrrsrsrs), mãe e pai da pequena Bia, de 5 anos. E esse blog fala da nossa trajetória, dos meus sentimentos, minhas muitas lamentações, etc.

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