domingo, 30 de outubro de 2011

A equipe editoral do BabyCenter responde:


Todas as mulheres sofrem alguma perda de cabelo no período do pós-parto, umas mais que outras, explica a dermatologista Sandra Johnson.

Durante a gravidez, as mudanças hormonais fazem com que a queda de cabelo natural, que todo mundo tem, diminua. O cabelo, em geral, fica mais forte e grosso. Você não notou no ralo do banheiro, quando lavava a cabeça, grávida, que havia menos cabelo lá? É o mais comum de acontecer. Os folículos capilares entram na chamada "fase de repouso".

Quando o bebê nasce, os hormônios voltam ao normal -- mais ou menos cerca de três meses depois do parto --, e todo o cabelo que não caiu durante a gestação começa a cair. E é aí que você percebe e se assusta, achando que vai ficar careca.

Além disso, especialistas afirmam que outros fatores, como estresse, cirurgias e mudanças rápidas do peso corporal também podem provocar queda de cabelo, pelo mesmo mecanismo. O problema é que uma mulher grávida tem grandes chances de passar por tudo isso ao mesmo tempo, quando o bebê nasce.

A queda de cabelo normal de uma mulher adulta é de 100 a 125 fios por dia. Nos meses do pós-parto, você pode perder até 500 fios por dia, o que é muito, porém não o suficiente para deixá-la careca. É apavorante ver todo aquele cabelo no ralo, no chão, na escova, nas roupas pela casa. Mas procure não entrar em pânico, porque a situação tende a melhorar, mesmo que demore um pouco.

O cabelo parece cair mais quando você está lavando a cabeça ou secando com secador, por isso talvez valha a pena diminuir a frequência da lavagem e deixar o cabelo secar naturalmente para ver se a queda se ameniza um pouco (pelo menos a sua aflição).

Por outro lado, a queda constante de cabelo em situações públicas e de trabalho pode ser um problema. Se é isso que incomoda você, procure lavar o cabelo e escovar bem em casa. Assim quase todo o cabelo que tem de cair cai numa situação controlada, e não a toda hora e em qualquer lugar.

Nada disso é solução. São só estratégias para tentar amenizar o incômodo e a sensação ruim que a queda de cabelo deixa.

Pode ser que você note uns cabelinhos novos nascendo no couro cabeludo, bem perto da testa, e ficando espetados, quando a queda de cabelo melhorar. Às vezes usar franja ou usar um comprimento mais curto nessa fase ajuda a disfarçar a falta de volume.

Mais ou menos seis meses depois do parto seu cabelo já deve ter voltado ao "normal". Isto é, pode ser que ele mude, pois esta é mais uma das surpresas da maternidade: um cabelo que era liso pode ganhar ondas, o ondulado pode ficar mais liso, o seco pode ficar oleoso e vice-versa. Imagina-se que essa diferença se deva às grandes mudanças hormonais por que o corpo passa.

Se o cabelo continuar caindo bastante cerca de seis meses depois do parto, fale com o ginecologista ou procure um dermatologista. A queda de cabelo pode ser sinal de anemia ou de problemas na tiroide.

Outro ponto que vale ressaltar é que a queda normal de cabelo no pós-parto é homogênea, ou seja, não se abrem "buracos" ou "claros" só em um ponto do couro cabeludo. Se começarem a aparecer falhas, procure o médico mesmo antes dos seis meses, porque o motivo pode ser outro.


Leia mais textos da série: É normal?  http://brasil.babycenter.com/e-normal-indice/
domingo, 23 de outubro de 2011

I Will Survive




At first, I was afraid, I was petrified.    No início eu tive medo, fiquei paralisada
Kept thinkin' I could never live               Fiquei pensando que nunca conseguiria viver

Without you by my side,                        Sem você ao meu lado

But then I spent so many nights             Mas então eu passei muitas noites

Thinkin' how you did me wrong.             Pensando como você me fez mal
And I grew strong                                  E eu me fortaleci
And I learned how to get along.             E eu aprendi como me arranjar


Oh, as long as I know how to love,      Enquanto eu souber como amar
Oh no, not I! I will survive!                  Oh não, eu não! Eu vou sobreviver!
I know I'll stay alive!                          Eu sei que permanecerei viva

I've got all my life to live.                  Eu tenho minha vida toda para viver

I've got all my love to give.               Eu tenho meu amor todo para dar
And I'll survive! I will survive!           E eu vou sobreviver! Eu vou sobreviver!


It took all the strength I had               Foi preciso toda a força que eu tinha
Not to fall apart                                 Para não cair em pedaços
And trying hard to mend the pieces     E tentando duramente remendar os pedaços
Of my broken heart.                           Do meu coração partido
And I spent, oh, so many nights         E eu passei muitas noites
Just feeling sorry for myself.            Só sentindo pena de mim mesma
I used to cry,                                   Eu costumava chorar
But now I hold my head up high!       Mas agora eu mantenho minha cabeça bem erguida


(Gloria Gaynor)


sexta-feira, 21 de outubro de 2011



Existem momentos em nossas vidas que somos obrigados a usar máscaras. Máscara de alegria quando a tristeza dilacera o peito, máscara de serenidade quando o desespero se estabelece, máscara de força quando a vontade é de se jogar no chão, máscara de sorriso quando a lágrima rola na alma, máscara de satisfação quando a insatisfação é iminente. São máscaras que põem em nós, ou que nós mesmos  somos obrigados a pô-las.

Estou vivendo um momento que tudo que desejo é me livrar das amarras das responsabilidades. Queria não ter tantas obrigações e não precisar seguir certas regras. Queria tirar férias de mim mesma e das pessoas que eu amo, mesmo amando-as sinto que preciso desse afastamento, pelo menos por um tempo. Queria ter o poder de mudar de vida, de rumo, de planos, de sonhos, de direitos e de deveres. Mas não tenho. Sinto que minhas alegrias são tristes e meus momentos, escassos, de diversão e lazer são superficiais. Meu contentamento logo passa e o vazio é persistente.

Infelizmente a vida não é uma história em quadrinhos feita a lápis que você apagar e começar de novo quando achar necessário, por isso vou tentando contornar as barreiras e os buracos e vou levando a vida assim, tomando comprimidos de consolo que servem como análgesico para amenizar a minha dor. Uma dor causada pela falta de algo que nem eu mesma sei o que é. 

Sinto-me como uma mulher invisível, as pessoas me olham, mas não me vêem de fato, sinto que minha voz não é ouvida e todas as minhas atitudes são desprezadas ou desprazíveis. Sinto que não faça nada de importante e em certos momentos vejo a vida sem sentido. Me irrito com as pessoas que eu amo e faço e falo coisas injustas. Sou humana e como tal, sou passiva de erros, fraquezas, dores e tristezas. Eu sei que isso tudo é uma fase e que vai passar. Já aconteceu em outras oportunidades e certamente acontecerá de novo, lá na frente.

O legal de ter um blog é que, dentre outras coisas, ele serve como uma espécie de diário virtual e público. Você manda cartas para pessoas que certamente não lerão, mas essa mesma carta se encaixará como uma luva na vida de alguém e levará uma mensagem, exatamente a mensagem que esse alguém precisava ler. Você compartilha histórias, sentimentos e sensações que serão desprezados por uns e muito bem aceito por outros. Você fala de sua vida, divide seus medos e ao mesmo tempo está entrando na vida de alguém que você nem conhece e levando um afago. Definitivamente, ter um blog é tudo de bom.

Eu gostaria muito de não precisar compartilhar coisas assim aqui nesse lugar que eu tanto gosto, mas se não o fizesse estaria sendo falsa. Seria uma farsa comigo e com quem nos acompanha. A vida não é só flores e a primavera não dura o ano inteiro. Quando o inverno chega precisamos conviver com ele, afinal ele também é necessário.

Retirado do blog O Divã Dellas http://odivaadellas.blogspot.com/ Postado por Verônica  

* Foi retirado deste maravilhoso blog e faço dessas palavras as minhas, sem tirar nem pôr!!

Preciso compartilhar esse texto que a Flávia escreveu em seu blog: http://gravidasolteira.blogspot.com/2011/01/alianca.html.
Aqui não dá pra curtir, pois não se trata do Facebook, mas gostaria de compartilhar, porque foi assim que me senti e, confesso, ainda me sinto.


Aliança

Antes da gravidez eu nunca tinha dado importância para este acessório/símbolo. Assim que o exame de farmácia deu positivo, parece que o mundo estava dividido entre os com-aliança e sem-aliança. Pior: conforme minha barriga ia crescendo e a minha mão estava vazia, parecia que havia uma faixa gigante sobre mim que dizia: "Ele não me quis" e eu ainda estou grávida.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Você não é obrigado a gostar de mim, mas é 

obrigado a me falar a verdade. 

Não por uma condição de exigência, mas por 

uma questão de caráter e honestidade.



Se você não tem nenhum dos dois, não sou a 


pessoa que você procura e,

nem de longe, você é o que eu espero das 

pessoas.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A vida como mãe é surpreendente. 



Minha filha me faz chorar - de tristeza e de tanto rir -, e me faz esquecer de tudo aquilo que preciso fazer. A vida que eu tinha antes simplesmente desapareceu. E aí surgiu uma vida nova, muito mais complicada -- mas muito bonita. É impossível saber com antecedência o que é cuidar de um recém-nascido. A gente pode até achar que já sabe o que esperar, de tanto ouvir as pessoas contarem sobre o chororô do bebê, a falta de sono, as incontáveis trocas de fralda. Mas, enquanto não acontece com a gente, não dá para entender exatamente o que é isso.  É inevitável que a mulher se pergunte, nessa hora, se ela é a única a ficar tão desorientada com a nova vida.  E eu faço isso sempre!! Sei que quando passar essa fase de confinamento, tudo vai ser mais bonito e divertido. E vou sentir falta dessa fase da minha filhinha...

De uma hora para outra estranhos sorriem para mim, e mulheres puxam o papo e o tema sempre é a criança. 
Outro sinal de que eu entrei para o clube das mamães é que passei a me apresentar como a "mãe da Anna Beatriz", da primeira vez que eu disse isso, deu até arrepio, gostei da sensação.

De repente me vejo aguentando as pontas, mesmo que fraqueje de vez em quando.  

A gente até pode ter convicções sobre como criar uma criança. Só que aí chega a nossa, e a gente percebe que ela é uma pessoinha cheia de vontades e personalidade, que nem sempre se encaixam nas nossas "certezas". 

Ter um filho não significa viver num eterno comercial de margarina. Há um monte de tarefas chatas para fazer, mais as noites em claro, uma atrás da outra, e a frustração de não saber nem por que afinal das contas ele chora tanto. Fora que tem que alimentar várias vezes ao dia e nesse momento, você tem que ficar ali sentada até o bebê terminar.

 Numa enquete feita pelo BabyCenter internacional, 79 por cento das mães afirmaram achar, às vezes, que não foram feitas para ser mães. E 49 por cento disseram que, vez ou outra, ficam com raiva do filho. MEU DEUS!!!!!!! Eu pensei que fosse só comigoooo!!!!! Cheguei a me sentir mal, com remorso. 

Todas as emoções adquirem um novo nível de profundidade. Tudo fica mais intenso. Assistir ao jornal que mostra problemas com crianças vira uma tortura. Ver minha filha dormir já traz lágrimas aos olhos. A saudade toma uma dimensão estranha: algumas horas longe dela parecem uma semana! 

Ai, tudo passa tão rápido mesmo. Daqui a pouco eu é que vou começar a repetir aquilo que sempre ouço das outras pessoas: "Aproveita agora, porque o tempo passa voando..."



Texto adaptado do site.


Texto adaptado do site



domingo, 2 de outubro de 2011

Um dia direi: fui feliz,
chorei... gritei.
Fiz de mim o que quis pra ser feliz.
Derramei lágrimas demais, corri...
corri atrás do que achava certo pra ser feliz.
Um dia direi: senti...
Senti todos os prazeres que pude,
todos os amores que me permiti
e toda emoção que meu coração esperou.
Um dia direi: valeu.
Valeu à pena chorar por um amor que se foi,
lutar pelo amor que se tem,
viver a vida bem além.
Um dia direi: não me perdi de mim
 em meio a dor,
mas me perdi em meio ao amor.
Dei de mim o meu tudo,
fui até o fim do mundo
e hoje digo: Fiz o que tinha que ser feito... 
Só quero ser feliz.

Autor desconhecido


Às vezes me sinto uma intrusa na minha casa...
Daqui a pouco chego aos 30 anos e ainda moro com a minha mãe, que faz as compras de casa sozinha, me ajuda a pagar o excesso de contas que faço, sustenta meu irmão mais novo e ainda compra coisas pra minha filha...
Eu tenho um quarto só meu, enquanto minha mãe dorme com meu irmão (ele na cama) e ela no colchão no chão.
Depois que Bia nasceu ficou ainda pior. Meu irmão quer ouvir música alta, mas não pode por causa de Bia e por causa de mim, que odeio o tipo de música que ele gosta. Minha mãe quer ver televisão, mas não pode porque eu tô vendo uma coisa na minha e meu irmão na outra. Ela quer ficar na cozinha lavando louça até as 3 da manhã, mas me incomoda, porque não consigo dormir por causa do barulho. Daí ela larga coisas pra fazer.

Dá pra entender a situação do meu irmão, embora ele pudesse abrir mão de alguns programas na TV, pra minha mãe também poder ver, mas minha mãe nem discute ou obriga que ele deixe. MAS ele tem apenas 19 anos, começou a trabalhar agora, tá novo. Eu tenho quase 10 anos a mais, vou fazer 29, tenho uma filha recém-nascida, tive que pedir demissão do trabalho por não ter com quem deixá-la, tô cheia de contas a pagar e ainda não posso ajudar a minha mãe. A casa está em construção, mais uma vez ela arcando com tudo sozinha.

Minha mãe não reclama em me ajudar, mas sei que é muita responsabilidade pra ela. Ela fica sobrecarregada, mas quer sempre ajudar. Está magrinha, com taxas altas, tendo que tomar remédios... E isso me entristece.

Pra resolver muita coisa eu queria ter minha própria vida, minha própria casa, um trabalho que desse pra me auto-sustentar e estivesse feliz. Com um marido ou sem nenhum. Mas feliz.

Mas como fazer isso? Tão dependente, tão crua, sem estudos (só terminei o segundo grau), sem qualificações, nem namorado eu tenho!!!!

O pai da minha filha fala em morarmos juntos, mas não sei o que pensar, porque num dia fazemos as pazes, no outro ele está estranho e distante. Diz que gosta de mim, mas não vejo isso nem NENHUM momento. E ainda fala em morarmos juntos, e confesso que me sinto tentada em fazer isso pra tirar um pouco a carga de cima da minha mãe. E também pra ter a minha vida.

Mas e se eu arrumar, com essa decisão, um problema maior???

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Aos 34 anos, sagitariana com ascendente em capricórnio (discordo, mas fazer o quê?!), do Rio de Janeiro (com louca vontade de morar num lugar tranquilo), estudante de psicologia (mas cheia de problemas de cabeça. rsrrsrsrs), mãe e pai da pequena Bia, de 5 anos. E esse blog fala da nossa trajetória, dos meus sentimentos, minhas muitas lamentações, etc.

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