quinta-feira, 29 de dezembro de 2011


Bem, quero contar nesse post como foi o nosso natal. Esse foi o primeiro natal da Bia do lado de fora. Ano passado, ela estava na barriga.
Fizemos uma ceia em família e um amigo oculto de última hora. Minha tia inventou os presentes e tiramos os papeizinhos com o nome na hora. E eu teria que pegar dois papéis, um pra mim, outro pra Bia. Tal foi minha surpresa quando abri os dois: tirei Bia e ela me tirou!!
Escrevi os dois bilhetinhos com a frase: “Amor da minha vida, daqui até a eternidade, nosso destinos foram traçados na maternidade.”
Fui ler meus bilhetes e, claro, senti um nó na garganta, queria chorar. Não podia ser diferente, em se tratando de mim. Fiquei super emocionada.


#amei.





Recadinhos
 

Bom Dia, gente!! Meu blog já está incomodando, é sinal de que começou o efeito da divulgação intensiva que comecei a fazer agora, em quase um ano de blog! Em janeiro meu blog faz um ano, gente, e não tinha me dado conta disso. 
Escrevo desde que estava com 15 semanas de gestação e descobri que ia ser mãe e estava solteira, pois já tinha terminado o meu relacionamento. Desde então, fiz esse blog e conto minha trajetória como mãe/pai da Anna Beatriz. Não tenho vergonha disso, pois a falta de juízo não foi minha, eu assumi minha responsabilidade e agora posso dizer que sou realmente feliz! Há muito anos procuro um sentido pra minha vida, e encontrei na minha filha. Estava usando um método contraceptivo, mas fui mudar de método e bum! Aconteceu o inesperado. De lá pra cá, muitas tristezas em ser mãe sozinha, mas muito mais alegrias do que tristezas! Em outro post vou contar detalhadamente como aconteceu a gravidez (Valeu pela dica, Adriana Borges!) e como as pessoas podem evitar que isso aconteça com elas.


Oi, mamãe.
Faz apenas alguns dias que você me concebeu em sua barriguinha.
Na verdade, não posso explicar como estou feliz em saber que você será minha mamãe.
Outra coisa que me enche de orgulho é ver o amor com que fui concebido.
Tudo parece indicar que eu serei a criança mais feliz do mundo!
Mamãe, já se passou um mês desde que fui concebido e já começo a ver como o meu corpinho começou a se formar, quer dizer, não estou tão lindo como você, mas me dê uma oportunidade! Estou muito feliz! Mas tem algo que me deixa preocupado...
Ultimamente me dei conta de que há algo na sua cabeça que não me deixa dormir, mas tudo bem, isso vai passar, não se desespere.
Mamãe, já se passaram dois meses e meio, estou muito feliz com minhas novas mãos e tenho vontade de usá-las para brincar.
Mamãezinha me diga o que foi? Por que você chora tanto todas as noites?

Sim, eu sei que já passou o natal.
Mas hoje li esse post do site: http://gatitudefeshion.blogspot.com/ e quero
compartilhar com vocês, pois ele é lindo e profundo. Acredito
que é tudo o que as pessoas deveriam desejar no Natal e em todos os dias. 
E por que não deseja isso no Novo Ano também??


Eu quero, Papai Noel,
Um brinquedo diferente:
Como um barco... de papel
Que se solte na corrente. 

Eu só quero, de presente, 
Um sonho bem pequenino, 
Daqueles que a gente sente 
Quando a gente é bem menino. 

Mas quero, principalmente, 
Do fundo do coração, 
Que eu entenda claramente 
O sentido da união... 
terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mais um ano termina e com ele a sensação de dever cumprido, o melhor é que está chegando o Reveillon 2012! O que podemos observar é que as pessoas gostam de passar a virada do ano com as cores e seus respectivos significados, para muitos as cores na virada do ano tem um significado devem ser seguidos à risca.
Então vamos anotar os significados das cores pois as mesmas estarão sendo regidas por Vênus:
  • O branco esta relacionado a sentimentos puros e bem-estar nos relacionamentos, é a cor do equilíbrio seja na família, amor e trabalho e em 2012 as energias de Vênus irá favorecer tudo isso e um pouco mais.
  • O vermelho que é considerado a cor da paixão neste reveillon de 2012 trará um significado diferente o do poder, caso tenha passado um 2011 meio deprê, use-o!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A todas as mães solteiras - Aquelas que se sentem ou se sentiram sozinhas na hora das consultas, na hora das ultrassonografias, nas horas de dor, na hora de comprar o enxoval, na hora de ir pra sala de cirurgia... E atá na hora em que seu bebê acorda com dores fortes... Lembrem-se: Você nunca mais vai estar só! Seu bebê chegou (ou vai chegar)! E ele te amará incondicionalmente! Esse é o amor verdadeiro!!
Essa música é como se ele estivesse falando com você. Leia com atenção.


Never gonna be alone!
From this moment on,
If you ever feel like letting go,
I won't let you fall...
Never gonna be alone!
I'll hold you 'til the hurt is gone.



Você nunca vai estar sozinha
Deste momento em diante
Se você sentir que está desistindo
Não vou deixar você cair
Você nunca vai estar sozinha
Vou te segurar até a dor passar


And now, as long as I can,
I'm holding on with both hands,
Cuz forever I believe that there's
Nothing I could need but you,
So if I haven't yet, I've gotta let you know...


E agora, enquanto posso
Tenho aguentado firme com ambas as mãos
Porque sempre acredito que não há
Nada que eu precise além de você
Então se eu não o fiz ainda, quero que você saiba


Never gonna be alone!
From this moment on,
If you ever feel like letting go,
I won't let you fall.
When all hope is gone,
I know that you can carry on.
We're gonna see the world out,
I'll hold you 'til the hurt is gone. 


01. Pai, não me dê tudo que peço.
Às vezes peço somente para obter, para compensar, para chamar a atenção.
02. Não me dê ordens. Se ao invés de ordens me pedisse as coisas com firmeza e carinho eu as faria rapidamente e com muito mais alegria.
03. Não me faças promessas. Se me prometer um prêmio, dê-me, mas também dê-me o castigo, se prometido e caso seja justo.
04. Não me corrijas as faltas diante dos outros, ensina-me a ser melhor quando estivermos sozinhos e com o seu exemplo.
05. Não me compare com ninguém, principalmente com meu irmão ou irmã. Se me fizer sentir pior que os outros eu sofrerei muito mais.
06. Não grite comigo. Respeito-o mais quando você fala comigo e não me faça gritar também.
07. Deixe-me andar com meus próprios pés, ter minhas próprias emoções.
Se você fizer tudo por mim, eu jamais terei a alegria de poder aprender.
08. Quando você estiver enganado em alguma coisa, admita-o, pois crescerá muito mais a minha estima por você, e isso me ensinará a reconhecer os meus próprios erros.
09. Trata-me com a mesma amabilidade e cordialidade com que trata seus amigos, assim aprenderei com você o respeito e amizade.
10. Quando eu estiver atravessando momentos difíceis, ajuda-me.
Tente me compreender. Demonstre o seu amor por mim. Gosto de sentir que sou amado. Preciso de segurança para crescer. Atenda meus pedidos, pois assim serei capaz de ser feliz.


(Fonte: Vem Comigo – Abril/94)
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Resumo: A garota, que é mãe, queria saber a razão pela qual boa parte dos homens batem em retirada quando sabem que ela tem um filho. Ela é bonita, curtem a balada juntos, tal e coisa, mas fogem de compromissos sérios.

É um tema sério e profundo. Vejamos. 

Pra variar, cabe a mim a inglória tarefa de passar vergonha em nome das merdas cometidas pela maioria dos homens. Sim, claro, cometo as minhas (e não são poucas). Mas essa não é uma delas. Não sou do tipo que foge de mulheres com filho. E acho que isso é uma imbecilidade sem tamanho. Uma coisa ridícula. Falta de hombridade, acima de tudo.

Analisemos essa covardia por partes.
Em muitos casos, o cara é tão imbecil, mas tão imbecil, que sai correndo mesmo sem querer nada sério. É uma reação natural das características de frangote do ser. Puro instinto, enfim. A moça fala que é mãe e ele já se ouriça, num estranhíssimo alerta vermelho. O que ele queria? Nada! Mas, ainda assim, sai de fininho. Ridículo.

Uma nova pesquisa, realizada pelo Pew Research Center, nos EUA, mostra que os norte-americanos aceitam mais o fato de pais e mães homossexuais criarem seus filhos do que mães solteiras.
1/3 dos entrevistados admitiu que é a favor da diversidade na formação familiar. Os pesquisadores chamaram esse grupo de "concordantes". Outro 1/3 do grupo foi apelidado de "céticos", pois tem opiniões não tradicionais das estruturas familiares. Finalmente, um terceiro grupo, chamado de "contrários", acredita que famílias não tradicionais podem exercer um impacto negativo na sociedade.
A maioria dos "concordantes" e "céticos" afirmou que famílias comandadas por pais gays ou mães lésbicas são mais aceitas pela sociedade. Por outro lado, mães solteiras não têm uma imagem positiva entre todos os grupos. 98% dos "concordantes" disseram que mulheres solteiras podem criar seus filhos, enquanto 99% dos "céticos" e 98% dos "contrários" acreditam que isso é ruim para a sociedade. A pesquisa não incluiu pais solteiros.
"Cada vez mais, famílias gays são vistas na TV em séries como 'Modern Family' e filmes como 'Minhas Mães e Meu Pai'", observou a professora Katherine Stamps Mitchell, uma das responsáveis pelo estudo.


Hoje, nos meus pensamentos, o "por quê?" já deu lugar ao "como?". Não quero mais saber porque o Sr. pai da Anna não fez questão de ter contato com ela, não a amou desde o início, não sentiu saudades de ver aquela carinha tão linda que ele viu poucas vezes. Minha dúvida agora é: Como pôde conseguir continuar levando a vida, ignorando o fato de ter uma filha linda, perfeita, a cara dele...? Isso me incomoda. Penso numa forma de quebrar essa barreira de novo, derreter esse gelo... Mas ele é uma pessoa quase que "inalcançável" e não está mesmo interessado. Não criou vínculos, não esteve com elas nos momentos que eu estive, porque se ele estivesse, com certeza, nunca mais iria querer largá-la, abandoná-la, ignorá-la. 
Minha filha é minha vida. Me trouxe o sentido de viver de volta, me trouxe a felicidade que eu jamais imaginei ter e que, antes dela existir, eu nem passava perto de ter. E eu queria que ele pudesse dizer isso também. Mesmo não estando mais juntos, queria que minha filha tivesse o amor de pai, o amor que eu não tive durante um bom tempo da minha vida, apenas no final da vida do meu pai. E eu o amei, o perdoei, cuidei dele. Mostrei a ele que o meu amor era real e muito maior do que qualquer briga que ele pudesse ter com minha mãe. Na verdade, o motivo dos pais serem ausentes, é esse. Os homens não sabem separar as coisas. A briga que tem com a ex-mulher(ou namorada, noiva, seja lá o que for.) interfere no vínculo dele com os filhos. Não querem saber se os filhos precisam de amor, de comida, de roupas, colégio ou creche, etc. Ficam cegos. Deixam o egoísmo falar mais alto...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O texto é um pouco longo, mas só por ser da Martha Medeiros já vale a pena... 


PAREM DE PREGUIÇA!!!


"Mamãe   Noel"




Sabe por que Papai Noel não existe? Porque é homem.

Dá para acreditar que um homem vai se preocupar em escolher o presente de cada pessoa da família, ele que nem compra as próprias meias?

Que vai carregar nas costas um saco pesadíssimo, ele que reclama até para colocar o lixo no corredor?
Que toparia usar vermelho dos pés à cabeça, ele que só abandonou o marrom depois que conheceu o azul-marinho?
Que andaria num trenó puxado por renas, sem ar-condicionado, direção hidráulica e air-bag?
Que pagaria o mico de descer por uma chaminé para receber em troca o sorriso das criancinhas?
Ele não faria isso nem pelo sorriso da Juliana Paes! 


Mamãe Noel, sim, existe.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
O personagem que deu origem à crença no Papai Noel e as lendas que envolvem as roupas, os personagens e as tradições natalinas


O verdadeiro Papai Noel


Barba branca e comprida, roupa vermelha, gorro na cabeça, um recheado saco de presentes nas costas e um olhar doce e acolhedor - quem é que nunca sonhou em flagrar esse personagem entrando pela chaminé, na noite de Natal? Hoje em dia, crianças dos quatro cantos do planeta acreditam em Papai Noel, mas foi só no século IV que sua história se tornou conhecida.Quem deu origem à famosa lenda foi o bispo Nicolau - mais tarde cultuado pela Igreja Católica como São Nicolau de Mira. "Ele vivia na região da Lícia, na atual Turquia, e era conhecido por ser um homem muito bondoso. Praticava muita caridade, mas preferia o anonimato", conta Evaristo de Miranda, autor do livro Guia de Curiosidades Católicas (Editora Vozes) e diretor do Instituto Ciência e Fé, de Curitiba, no Paraná.


E, tal como o Papai Noel das histórias de hoje em dia, São Nicolau tinha o costume de carregar um saco cheio de presentes. "Ele saía pelas ruas distribuindo para crianças e adultos", diz o pesquisador. O bondoso bispo Nicolau deu origem a muitos costumes envolvendo a figura do Bom Velhinho. É o caso da tradição de colocar uma meia na chaminé, na expectativa de que ela amanheça recheada com algum presente.
Você, linda, cheia de amigas, curtindo todas as baladas: sexta à noite um happy hour depois do trabalho, sábado feijoada com samba no almoço, esticando para noite e domingo cinema. Sempre, claro, rodeada de amigas. Seu telefone não para de tocar, sua caixa de e-mail está sempre cheia de mensagens de baladas, programas, jantares, encontros. Amigas, amigas, amigas e amigos.

Quem aí já passou por tudo isso? Levanta a mão.

Certo, aí você se casa e tem um bebê. Ou, nem se casa, mas tem um bebê. Pronto, solidão! Essa cena aí de cima, que era tão comum, simplesmente não existe mais. Seu telefone não toca nunca mais, as amigas de antes desaparecem. Sim, assim, passe de mágicas, de-sa-pa-re-cem. Não há mais baladas, não há mais jantarzinhos, não há mais colo de amiga. Até aquelas, mais próximas, demoram meses para conhecer seu bebê.

Agora, seu mundo é outro. Sua realidade foi alterada. Suas noites não são mais passadas em claro dançando na balada. Agora, você baila no quarto do bebê com ele no colo. Seus almoços não são mais regados à dry martini, mas à muita mamadeira e suquinho natural. Suas noites de festa são nos buffets infantis e não mais nos bares de antes.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Quem nunca ouviu a frase ‘Mãe é para educar, avó é para estragar’? Cada vez mais, as avós ganham espaço na educação infantil. Com as mães trabalhando fora o dia inteiro, elas assumem um papel importante no dia a dia dos netos. O problema é que, muitas vezes, passam dos limites: intrometem-se na educação, mudam a linha alimentar que as crianças têm em casa, questionam ordens...

A terapeuta familiar e psicóloga Ana Maria Zagne, avó de gêmeos de 10 meses, tem larga experiência em administrar conflitos entre mães e filhas ou sogras e noras. “O papel da avó é apoiar os pais, seguindo sua linha de educação, e, na ausência deles, corrigir os erros e orientar os netos. Pai e mãe têm o dever de educar. Avós podem dar um apoio, se necessário, e muito carinho, mas sem interferir”, diz Ana Maria.



Ser mãe solteira é... De madrugada, dá aquela dor de barriga no seu filho e ele grita por você, chorando. Você acorda, olha para o outro lado da sua cama de casal - que está vazio - e pensa: é muito difícil ser mãe solteira! Tudo que a mulher quer nessa hora é ter um companheiro para pegar o remédio, aconchegar o filho, levá-lo ao médico. Fazer tudo sozinha é complicado.


A novela Viver a Vida mostrou essa realidade. Giovanna Antonelli vive Dora, uma mulher que cria a filha, Rafaela (Klara Castanho), sozinha. A atriz sabe bem o que é isso. Ela mora sozinha com o filho Pietro, de 4 anos, desde que ele tinha 6 meses. E tira de letra.

"Hoje, a maioria das mulheres é meio mãe solteira. O importante é ter diálogo com o filho em qualquer situação e ser feliz com ele", afirma a atriz, que tem a sorte de hoje ser amiga do pai de Pietro, Murilo Benício, e de tê-lo presente na criação do garoto.

Mesmo assim, nunca será uma situação ideal. Criar um filho com um parceiro já é um dos maiores desafios da vida. Sem ele, então, é trabalho dobrado! "O importante é enfrentar os problemas com carinho, amor e dedicação", afirma a psicóloga Laura Cavalcanti.

A culpa não é sua!

O principal é não se sentir culpada. "Não se cobra de uma mãe que ela seja pai. O pai tem o lugar dele, nem que seja uma cadeira vazia", diz Laura. Veja como encarar esse desafio, mas nunca se esqueça: filhos são bênçãos. Você tem muita sorte!

Seja feliz sem o parceiro.

A ausência do pai é sentida primeiro pela mulher. É difícil superar o sofrimento que a perda do ex causou. Mas seu filho é um presente. Você precisa estar com ele 100%, sim. Mas cuide-se também! Tire um tempo para fazer o que gosta e aprenda a delegar as funções práticas que seriam feitas pelo marido a um amigo ou parente.

Não esconda nada da criança.

Quem é meu pai? Onde ele mora? Por que ele não gosta de mim? Perguntas assim são difíceis de responder. Qual a resposta certa? Sempre a verdade. Claro que tendo cuidado com as palavras. Não faça do assunto um bicho de sete cabeças.

"O filho cobra a ausência do pai. E é preciso dizer por que ele não está presente", afirma Laura. "A mãe também deve criar o filho num ambiente saudável, amoroso e justo, para que ele perceba que existem outras famílias que não contam com a presença do pai e, nem por isso, elas são menos felizes. São apenas famílias diferentes", afirma a pedagoga Débora Miranda, diretora do Centro Educacional Boechat, no Rio de Janeiro.

Administre a falta do pai.

Um pai ausente não apaga a importância da sua função. "Ela será assumida pela figura masculina mais próxima, alguém da família, um amigo, um professor. Quando o processo é saudável, essa figura masculina sempre existirá", alerta Laura. Para que o lugar do pai seja ocupado, a mãe tem de deixar clara a ausência.

Do contrário, a criança ou o adolescente podem acreditar que o pai surgirá a qualquer momento e ficarão guardando o espaço. Essa função pode ser desempenhada por várias pessoas ao longo da vida. Mas sem distorção. "Por exemplo: o avô ocupa a função de um pai, mas é o avô. A criança só precisa de informação e muito afeto", diz a especialista.

Seu filho não será infeliz!

Mesmo criada longe do pai, uma criança pode ser feliz e bem estruturada emocionalmente. "O divórcio dos pais não é uma condenação à infelicidade do filho. Senão, seria assim também nos casos em que os pais morrem. É uma questão de adaptação", diz Laura. O que a mãe solteira - ou que simplesmente cria sozinha um filho - precisa é estabelecer uma relação de confiança e afeto com ele. Isso faz a diferença.

"Em geral, crianças que se sentem inseguras são tímidas ou muito agitadas e, às vezes, até violentas. Tais características dependem de como são criadas, da relação que têm com a mãe, e não só da falta do pai", fala Débora.

E na escola?

A forma como a mãe solteira lida com essa realidade se reflete na escola do filho. "O rendimento escolar dele pode ser prejudicado por vários motivos, inclusive a frustração por não conhecer o pai. Mas só isso, não", diz Débora. A mãe deve tomar alguns cuidados para que a vida escolar de seu filho siga sem sustos.

Próximo ao Dia dos Pais, por exemplo, quando é comum colégios promoverem festas e distribuição de presentes. "A mãe deve ficar atenta às mudanças da criança e dar um pouco mais de carinho no período que antecede a data.

"É possível que o filho tenha ansiedade e frustração nessa época. Mas um passeio com a mãe ou falar sobre o assunto já ajuda bastante", conclui Débora.

[Fonte: Site http://www.asemanaagora.com.br/lernoticia.php?nt=1970]
Mães Solteiras e Pais Ausentes

São muitas as circunstâncias que levam uma mulher a enfrentar sozinha a criação de seus filhos. As que ficaram viúvas mal têm tempo de superar a dor quando já se encontram frente à tarefa de assumir, além de suas responsabilidades de mãe, o papel de pai.
Aquelas que depois de um bom tempo de vida matrimonial se separam, também sentem a obrigação de virar rapidamente a página e voltar a funcionar como família, apesar da perda do companheiro e da ausência do pai. No caso das mães solteiras, a dor de não poder compartilhar cotidianamente as penas e as alegrias da paternidade é igualmente intensa, porém logo se transforma em uma carga com a qual é preciso aprender a conviver.

A ausência do Pai

Segundo assinala Patrícia Fernandes, psicóloga infanto-juvenil com vasta experiência em temas de família, existe uma tendência muito acentuada - com exceção das mulheres que ficaram viúvas - de que as mães procurem "apagar" a figura do pai do contexto familiar. "Há muito poucas mulheres que conseguem separar suas raivas e conflitos interiores e, em geral, transmitem às crianças os sentimentos de frustração derivadas da relação fracassada com o cônjuge. É freqüente que as crianças se transformem em confidentes da mãe e recebam todas as críticas que ela faz ao pai", indica a psicóloga.

Como conseqüência, há uma alta porcentagem de crianças que não tem pais funcionando bem não só pela irresponsabilidade do próprio pai, senão que pelos efeitos da consciência da mãe. "As mamães devem ter claro que é muito importante a presença do pai na educação e formação dos filhos, especialmente nos filhos homens", explica Patrícia Fernández.

Se o pai está ausente da vida do garoto, é preciso proporcionar-lhe igualmente uma imagem paterna, porque isso lhe assegura um equilíbrio emocional e a possibilidade concreta de poder, no futuro, formar uma família. Um substituto masculino significativo para o menino pode ser algum de seus avós, um tio ou inclusive algum professor e, para estabelecer uma relação entre ambos, é preciso que exista uma clara disposição desse substituto de estabelecer um vínculo com o garoto mais além de seu parentesco ou relação inicial.

Assim mesmo, é vital dar-lhe respostas coerentes e consistentes frente à pergunta: tenho papai? Ou: por que meu pai não vive comigo? Estas perguntas variam dependendo da história de cada mãe, porém sempre, segundo indica Patrícia Fernández, "devem dar à criança a certeza de que ela tem um pai, que pode estar longe no caso das mães solteiras ou separadas, porém que em algum momento pode voltar; ou que está no céu, quando se trata de mães que ficaram viúvas, porém que estará sempre presente em seu coração".

É importante evitar na criança a fantasia de que seu papai se foi porque não o queria ou que o que se sucedeu entre seus pais foi por culpa dele. Por isso, é necessário deixar-lhe claro que seu pai o ama, porém que, por distintos motivos não pode estar com ele.

Mães solteiras

Durante a infância, as mães solteiras se deparam entre o segundo e o terceiro ano de vida de seu filho com a pergunta: e meu papai? Patrícia Fernández assinala que apesar de que sempre se devem dar à criança respostas consistentes, "quando o menor dos filhos é pequeno, não convém entrar em detalhes porque não está preparado para entendê-los. A única coisa que quer é ter um pai e ter o direito de pensar que ele existe".
Se o pai conhece a criança e quer participar de sua educação, é recomendável que a mãe o permita, porém ao mesmo tempo regule sua presença. É necessário proteger as crianças de relações não estáveis, e por isso não é conveniente que o pai apareça quando queira, senão que - para o beneficio da criança - participe de maneira constante. Por esta mesma razão, as mães devem ter especial cuidado ao apresentar a seus filhos um eventual novo companheiro, porque se for algo passageiro, os expõem a viver uma nova perda.
Assim mesmo, é habitual que o pai não se faça presente, e em situações como esta a psicóloga recomenda "dizer à criança, por exemplo, que seu pai vive em outro lugar, porque com o passar dos anos pode aparecer novamente. Com efeito, muitos pais aparecem quando as crianças já são pré-adolescentes ou quando já estão entrando na vida adulta". Como assinala a profissional, é muito melhor que o menino tenha a ilusão de que seu pai está longe, porém que existe, do que viver com um sentimento de abandono constante.
No entanto, as mães têm que ter especial cuidado em não supervalorizar a figura do pai para não fazer crescer no pequeno falsas expectativas a respeito dele. "Não se trata de retratar o pai ausente como um super-homem ou de dizer-lhe que quando voltar vai-lhe trazer presentes; senão que simplesmente existe e que tem que viver em outro lugar, mas que apesar disso o quer muito". A psicóloga explica que a medida que a criança cresce e seu pensamento se torna mais complexo, é bom dar-lhe mais explicações. "É recomendável, por exemplo, que a mãe diga ao filho: teu pai e eu nos separamos, e por razões de trabalho ele teve que ir-se para longe, porém quem sabe em algum momento te escreverá".

[Fonte: Artigo publicado na Revista espanhola "Padres OK" de setembro de 2002. Tradução de Carlos Casagrande.]
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Li esse depoimento e me emocionei muito, aliás sempre que leio o depoimento de uma pessoa que passou a mesma coisa que eu e parece estar narrando a minha vida, eu sinto os meus olhos cheios de lágrimas. Então compartilho com vocês esse depoimento de ROSE GOBEL.

Do site http://www.papodebercario.com.br/gravida-e-solteira/

*Rose Göbel é jornalista e mãe solteira da Julia. Quer dividir a sua história com mulheres que engravidam de uma relação não estável e questionam se realmente a desejam. Ela vai contar que não foram poucas as vezes em que se debateu perante a dúvida de seguir em frente ou não com a gestação, mas que a coragem de optar por dar a luz sozinha fez tudo valer a pena. O vínculo entre um filho e a mãe solteira é muito mais forte e especial.


A minha gravidez não foi planejada; tão pouco a notícia foi celebrada pela minha família. Engravidei acidentalmente de um relacionamento que terminou antes mesmo da minha filha nascer. Foram nove meses de muita angústia, indagações, solidão e medo.
Li esse depoimento e me emocionei muito, aliás sempre que leio o depoimento de uma pessoa que passou a mesma coisa que eu e parece estar narrando a minha vida, eu sinto os meus olhos cheios de lágrimas. Então compartilho com vocês esse depoimento de ROSE GOBEL.


Do site http://www.papodebercario.com.br/mae-eu/


*Rose Göbel é jornalista e mãe solteira da Julia. Quer dividir a sua história com mulheres que engravidam de uma relação não estável e questionam se realmente a desejam. Ela vai contar que não foram poucas as vezes em que se debateu perante a dúvida de seguir em frente ou não com a gestação, mas que a coragem de optar por dar a luz sozinha fez tudo valer a pena. O vínculo entre um filho e a mãe solteira é muito mais forte e especial.


Eu achava que não saberia lidar com todas as situações novas da maternidade. O pai da minha filha disse que estaria do meu lado, mas, na prática, eu estava sozinha esperando um bebê. Como eu iria criar um filho sozinha? Como eu iria protegê-lo? Eu seria a única responsável pela vida de um serzinho? Eu não estava preparada nem para as alterações emocionais e físicas da gestação. O aumento da minha barriga, dos seios e do quadril eram uma agressão emocional para mim. Eu só queria ser eu mesma novamente. Eu queria sentar num boteco, beber, fumar, jogar conversa fora e rir à toa, sem nenhuma preocupação. Para mim, quem tinha tirado a sorte grande era ele que não acordava e dormia todos os dias com uma barriga cada vez maior.


Eu tive pesadelo todas as noites um mês antes da minha filha nascer. Eu sonhava que morria durante o parto. Eu estava com pavor de sentir dor e, definitivamente, não me sentia emocionalmente pronta para receber um bebê com amor.


A Julia nasceu de parto normal no dia 22 de fevereiro de 2011, às 13h54, pisciana. O parto foi calmo, tranquilo e as dores das contrações suportáveis. Mesmo tão pequenininha e nova nesse mundo imperfeito e cheio de problemas, a sensação é que ela sabia de toda a minha dor e não queria que eu sofresse mais. Ela chegou serena, forte e cheia de personalidade. Parece ser uma pessoinha bem decidida com a vida. Foi ali, na sala de parto, olhando nos olhinhos dela pela primeira vez que eu comecei a entender o que era a maternidade: ela era um milagre de Deus e eu a pessoa mais abençoada do mundo.


Eu descobri o amor materno na convivência diária com a minha filha. Descobri a delícia que é ser mãe no primeiro sorriso dela para mim, namorando cada detalhe do seu corpinho, vendo a alegria dela ao me ver chegar em casa, em reconhecer o meu colo e só se acalmar com o calor do meu corpo. Foram muitas noites de sono perdidas com ela grudada no meu peito. Era o aconchego do meu seio que a acalmava, alimentava e onde ela adormecia como um doce anjinho. Para mim, o amor de mãe e filha é um sentimento que aflorou aos poucos. Tudo era novidade para ela também. Nós aprendemos juntas, no dia a dia, a cuidar e amar uma a outra.

É verdade que antes de ser mãe eu não tinha muitas preocupações, dormia a noite toda e a responsabilidade como mulher e profissional era muito menor. Mas eu nunca tinha experimentado a conexão enorme e pura que se pode ter com um filho. É um amor tão grande que chega a doer. Eu não imaginava que amaria o cheirinho do meu bebê e a enorme emoção em ver a sua primeira gargalhada, a felicidade em conseguir ficar sentado pela primeira vez, engatinhar e tentar dar os primeiros passos. Qualquer cicatriz ou quilinhos a mais ganhos durante a gestação serão insignificantes perto do prazer que é ser mãe.


Pela minha filha, eu faria tudo de novo. As dores físicas e emocionais da gravidez se curam. O que fica é um amor incondicional pelo seu bebê. A mulher descobre uma força e uma vontade de viver que jamais pensou ter. Ser mãe é uma experiência única da qual você jamais se arrependerá. Eu tenho certeza absoluta que quem tirou a sorte grande fui eu. Ninguém tem amor maior do que este: mãe e filho. A maternidade possui uma beleza comovente. Inexplicável a delícia que é tê-la ao meu lado todos os dias.


Uma amiga sempre dizia: “Rosita, 100% das vezes as coisas dão certo, de uma forma ou de outra, mas sempre dão”. Realmente, no fim, tudo dá certo. Acreditem nisso!

@rosegobel

"Ser pai e mãe ao mesmo tempo...

No Brasil a cada ano, cerca de 20% das crianças que nascem são filhas de adolescentes, número que representa três vezes mais garotas com menos de 15 anos grávidas que na década de 70, engravidam hoje em dia (Referência).
A grande maioria dessas adolescentes não tem condições financeiras nem emocionais para assumir a maternidade e, por causa da repressão familiar, muitas delas fogem de casa e quase todas abandonam os estudos e começam por estradas erradas sofrendo muitas vezes preconceito.
“Meu namorado era do tipo bonitão, tinha dinheiro, podíamos sair e nos divertir.
Quando minha menstruação não veio, percebi que havia algo errado. Como ia contar para minha mãe? Como isso aconteceu comigo? 
Eu só tinha 16 anos e não sabia o que fazer.” 
-  Nicole.
"Com 12, parei de estudar, aos 13 
engravidei e aos 16, quando achei que tinha encontrado o rumo e o amor da minha vida, tudo virou de cabeça para baixo novamente. 
Perdi uma pessoa que amava, fiquei novamente desamparada e com mais um 
filho nos braços. pois o pai dele morreu baleado quando faltava um mês para ele nascer". - Carolina"



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011




Quer saber? Tenho um desabafo a fazer!! É.
No dia 07 desse mês fiz 29 anos. Quando engravidei tinha 27, quase 28.
Entre muitas coisas que as pessoas me falaram (quando me davam os parabéns), uma delas foi: Juízo, hein!!!
E eu, como não sou nada tolerante, calma e light, respondo. Respondo mesmo.
As pessoas têm uma mania muito feia de olhar só o rabo dos outros na linha do trem, enquanto o próprio está prestes a ser amassado por ele.
Pois bem.
Tenho 29 anos, não engravidei com 15, 17, 21, cheguei aos 27 solteira e sem filhos. Arranquei muitos: "Nossa, você ainda não tem filhos?" Uma coisa incomum, já que as mulheres dessa idade já têm filho e às vezes mais de um.
Não que eu tenha orgulho disso e não que eu me martirize por isso, nem que eu crucifique quem teve.
Eu queria mesmo ter encontrado minha alma gêmea antes dos 29 e nesse homem ter encontrado o pai perfeito para minha filha. Eu sonhava com um amor lindo. Um amor daqueles de tirar o fôlego. Um amor igual aqueles de filmes e novelas. (Ainda sonho, mesmo sabendo que não existe). Tamanha foi minha surpresa ao perceber, quando peguei o resultado  do exame, que eu iria ser mãe solteira depois de ter evitado durante anos e ter dito, várias vezes, um sonoro: " Não " quando me perguntavam se eu tinha filhos. Aí eu vi que o mundo real era muito diferente do que eu sonhava. Mesmo porque sempre escolhi os caras errados, e os que eu poderia ter escolhido pra me casar, não me tiraram o fôlego. Mas não aconteceu! Paciência! O pior disso tudo foi ter acontecido com um sapo e não com um príncipe. Com uma pessoa fria que não sabe amar e nem sabe o que é ser amado. Que imagina que mulher só quer dinheiro. Uma pessoa incapaz de ver que um filho precisa de comida, roupa, creche e muito mais e que os míseros R$ 100,00 NÃO IAM SER GASTOS NO SHOPPING COM ROUPAS PRA O MEU USO PRÓPRIO.

Evitei engravidar durante todos esses anos, sempre tive senso de responsabilidade, sempre sonhei ter filhos, mas queria que acontecesse na hora certa. Ou você acha que é satisfatório ver o preconceito de ser MÃE SOLTEIRA nos olhos das pessoas? Acha que eu estava feliz em saber que era a única futura mãe sozinha no consultório para fazer consultas ou ultrassonografias? Não. Não estava e demorei a começar a curtir minha gravidez. 

Mas voltemos à palavra JU-Í-ZO.

Pelo fato de ter engravidado (tomando remédio) e o "pai", ou melhor, o homem por quem eu era apaixonada, louca, envaidecida, não quis ficar comigo e nem com minha filha, eu sou desajuizada?? Tendi naum... O engraçado é que algumas pessoas que me deram força pra ficar com ele, são as mesmas que agora me dizem: Juízo, hein! Como se na testa desse homem que era amigo da minha família há anos, que inclusive é amigo do meu irmão mais velho ainda, frequenta a loja dele, liga pra ele, não pergunta pela filha dele, etc... estivesse escrito: "CAFAJESTE, IRRESPONSÁVEL, FRIO E NOCIVO. SE AFASTE!" Não estava, minha gente!! Conhecia esse homem havia anos, nos falávamos pela internet, nos encontrávamos sempre em festas na casa do meu irmão, enfim, era a pessoa que eu menos imaginaria que fosse renegar uma criança que não foi planejada MAS NÃO foi concebida por falta de responsabilidade minha!!!! Qual é????

As pessoas acham que a gente escolhe ser chutada com uma criança na barriga?? Acham que a gente não tem juízo porque o remédio falhou (que foi o meu caso) ou porque na hora nenhum dos dois pensou na camisinha ou por isso ou por aquilo??? Seja qual for o motivo, Julgar é fácil!!! Falar que é responsabilidade só da mulher evitar filhos é fácil!!

Tive juízo sim!! Tive tanto juízo que não engravidei com 15 nem com 20 anos. Foi com 27!! E não foi com uma carinha qualquer que encontrei numa balada, fizemos sexo e no outro dia me vi grávida! Não!!!!!!!!

Por que as pessoas só sabem julgar e não levam em consideração que, mesmo não podendo, eu assumi minha filha sozinha, não a joguei fora, não a dei pra ninguém, mesmo sofrendo, mesmo chorando todas as noites e dias, mesmo ganhando menos de um salário, mesmo que o cafajeste que eu adorava não me quisesse, nem quisesse me ajudar e nem quisesse assumir uma criança que ELE TAMBÉM FEZ???? Ele estava lá e quem desistiu foi ele, não eu!! Quem não teve juízo nessa história? Podemos culpar o remédio??


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011




MINHA LISTA PARA 2012


- EMAGRECER 20 KILOS. (Engordei 15 depois da gravidez.)
- FAZER UMA TATOO.
- VOLTAR A IR À PRAIA.
- VOLTAR A IR AO CINEMA.
- IR À IGREJA (Ou voltar às baladas?)
- FAZER UM LIVRO DO BEBÊ DE ANNA BEATRIZ.
- REVELAR TODAS AS FOTOS QUE PRECISO.
- COMPRAR UMA CADEIRA PRO MEU PC.
- ESTUDAR PARA ALGUMA COISA!
- JUNTAR DINHEIRO. (Para o final do ano de 2012 e para o aniversário de Nanna.)
- TRATAR ESTRIAS.
- PINTAR O CABELO DE VERMELHÃO.
- TRATAR VASOS NA PERNA. Varizes.
- VER/tratar A DORMÊNCIA DA PERNA.
- TRATAR OLHEIRAS.
- FAZER ÓCULOS E LENTES.
- FAZER NOVA IDENTIDADE. (A minha tá um Ó.)
- IR AO DENTISTA.



Boa tarde!


Estive falando aqui sobre a busca da creche ou babá para a Anna. Pois bem, ontem fomos (eu e minha mãe) visitar uma babá que mora aqui perto de casa. Eu, particularmente, gostei muito dela, porém ela toma conta de outras crianças bem maiores que Anna, tipo de 2 aninhos. E depois fiquei pensando... Crianças nessa idade, não pode ver um bebê que quer enfiar dedo no olho, apertar a bochecha (Como aconteceu no consultório da pediatra; o garotinho apertou tão forte a bochecha da Anninha que tive vontade de apertar a dele também.), puxar cabelo, etc.Elas não têm noção da força ou do que estão fazendo e, por isso, é preciso um adulto perto, vigiando sem parar. E como ela está tomando conta de crianças em sua própria casa, com certeza, vai na cozinha fazer um almoço, vai lavar alguma coisa, vai ali, vem aqui e pode deixar alguma coisa acontecer com minha bichinha... É claro que vocês podem pensar que estou exagerando. Mas numa creche as "tias" estão ali só pra olharem as crianças e, pelo menos, na que eu fui, os menores não ficam no mesmo local que os maiores, isso evita muita coisa.
Só sei que engoli o choro várias vezes. Quando saí de lá, minha garganta doía, por causa do nó que havia nela. Não quero deixar minha menina com ninguém!! Não que a pessoa não vá cuidar bem, mas nós que somos mães, sabemos que nós queremos cuidar dos filhos pessoalmente, porque sabemos o jeitinho deles.
Enfim, não vai ter jeito mesmo, então tenho que sossegar e acostumar com a ideia, porque no primeiro dia de trabalho não vão querer me ver chorando só porque deixei minha cria na creche.
Mas estou pensando em continuar procurando, pelo fato de que acho creche mais segura. A moça parece boazinha, mas.... Ah, que insegurança...



sábado, 10 de dezembro de 2011

 
Fiz 29 Anos no dia 07/12, fiquei mais velhinha, né? E o QUILOS???

80 Kg, GENTEEEEEEE!!!! Antes da gravidez? 65 Kg Final da gravidez? 78 Kg

Tô comendo muito, muito ansiosa, depois da Nanna fiquei com uma vontade imensa de comer doces, detono tudo e toda hora!!! Ano que vem vou entrar numa dieta pra emagrecer, tomar remédios, só não prometo malhar porque sei que vou ter pouco tempo e vou querer curtir minha menina ao máximo, nos horários livres.

Minhas roupas não cabem mais, tenho poucas peças e me acho feia em qualquer roupa, afinal sempre fui complexada com essa questão de peso; mesmo quando era magra, me achava gorda.

 Antes da Gravidez




Então, fiz um blog BRECHÓ http://bomgostobrecho.blogspot.com/  , com as roupas que não cabem em mim e com as que eu enjoei. 

Meu dinheiro tem sido de vendas mesmo. Vendi meu rádio pelo Mercado Livre, vendi um Chip Beta que tinha direito por ser BETA LAB e vendi algumas roupas do meu brechó. Esse dinheiro tem sido revertido em leite pra Anna e algumas coisas que tive que comprar, como por exemplo, remédio de carrapato pra minha cachorrinha que ficou tão abandonada com a chegada da Nanna. Tosa pra ela também, ração, remédio de verme. Tenho que gastar com isso, porque quando ela fica doente gasto muito mais com veterinário, então nada melhor do que evitar problemas.

E por aí, vai. Assim vou arrumando o sustento da Nanna, já que o pai sumiu e estou aguardando a pensão. Em janeiro, devo começar a trabalhar, estou aguardando uma vaga prometida. Daí começo a pagar minhas contas e começo com os preparativos pro aniversário dela em junho. Festa é comigo mesma!!! O tema vai ser JOANINHA.

Agora vou dormir, largar esse vício aqui. O que seria de mim sem a net... Ai, ai....

BOA NOITE A TODOS!

Minha bebê com seu penteado fashion.


Caramba, gente, é inacreditável a forma como a Nanna está crescendo e se desenvolvendo!! As pessoas já haviam me avisado que as crianças crescem rápido, especialmente os bebês, mas eu não fazia ideia de que era tão rápido! Não dá nem pra curtir uma roupa, quando vejo ela já ficou pequena! Um dia, Nanna está com uma mania, no outro dia já muda. 

  • Já aprendeu a pegar coisas, já aprendeu a chamar atenção, já faz pirraça, come papinhas de frutas, toma suquinhos e come papinhas salgadas! Ai, como eu queria que ela ficasse pra sempre nessa fase. A fase ruim de não dormir à noite, já passou, mas ela dorme muito tarde, entre 00:30 hs e 01:30 hs. Mas também está acordando às 11 da manhã! E eu juntinho com ela, porque vou começar a trabalhar em Janeiro provavelmente e terei que madrugar. Não sei como vou fazer pra dormir mais cedo.
  • Desde os 3 meses, a gengiva dela coça bastante; logo, logo um dentinho vai apontar pra nossa alegria! Tudo o que pega, leva à boca.
  • Ainda não consegue ficar sentada sozinha, se desequilibra e cai para o lado. Mas as pernas estão fortes, já sobe e desce quando está em pé apoiada em alguma coisa. Quando a coloco de bruços, ela levanta o tronco e já sabe desvirar, fica de barriga pra cima! Na hora do banho... que dificuldade! Ela fica dando impulso na parede da banheira e eu quase não consigo dar banho direito. kkkkk
  • Tava com mania de fazer bolhinha de cuspe pra chamar a atenção, depois começou a estalar a língua, depois a dar gritinhos fininhos e altos... Tudo pra impedir que a mamãe sente na mesa do computador e esqueça dela. kkkkkkk
  • Está muito risonha. Aliás, isso ela sempre foi, mas sempre que alguém chega perto dela, ela abre um grande sorriso. Às vezes estranha algumas pessoas, para o "Dindo Mauro" ela ainda chora muito. Se assusta com algumas vozes grossas de homens. Na maioria do tempo, ela é simpática. Na rua, encanta as pessoas com sua simpatia. Morre de rir com as caras e bocas engraçadas que nós fazemos pra ela.
  • Ela já demonstra a forte ligação que tem comigo, fica agitada quando me vê chegando perto e chora quando eu saio do seu campo de visão. Ainda não levanta os braços pra se jogar no colo de alguém, mas já mostra sinais de querer ir pro outro colo.
  • Já pegou sua primeira gripe e continua com ela há um mês: Fazendo inalação, eu pingo gotas de Soro no nariz, o catarro fica na garganta e eu faço Tapotagem para ele sair. Tá tomando remedinho.
  • Está tomando as vacinas, que são chatas pra caramba, deixam o local dolorido e ela fica manhosinha. Mas logo passa.
  • Ela já pega seus pezinhos e tira e põe a chupeta sozinha na boca. Segura a mamadeira, mas não consegue sustentar ainda.
  • Está com mais de 7 Kg, muito pesada pros meus braços fracos portadores de Tendinite e minha coluna portadora de Escoliose. hahahaha

  • ESTÁ LINDA DEMAIS, COSTUMO DIZER A ELA QUE ELA É A MENINA MAIS LINDA DESSE MUNDO. Qual mãe não acha isso do seu filho, né? Pra mim, ela é a mais linda. Uma bebê muito feliz e risonha, graças A DEUS, sempre quis ter uma filha assim.

Deus abençoe a minha filha e a faça feliz!!

 5 meses, 5 bolinhos
Minha pequena com 5 meses



Estou meio sumida do blog, né? Uma pena, porque adoro blog, adoro escrever no blog, pesquisar fofurinhas pra blog, mas com o pouco tempo que tenho pra ficar à toa na internet, quero fazer tudo ao mesmo tempo quando entro.


Como sou ansiosa, já estou pesquisando algumas coisas para a festa da Bia de 1 ano que vai acontecer só em Junho do ano que vem. Como devo começar a trabalhar em janeiro, já quero saber o que vou começar a comprar para os preparativos ou se vou guardar dinheiro para pagar um buffet. De qualquer form,a já quero estar preparada quando o dinheiro chegar.


Falar em trabalho...  Chega a bater aquele frio na barriga só de pensar que eu tenho que deixar minha preciosa bebezinha sob os cuidados de estranhos. Mas, como não tem jeito, já comecei a procurar creche ou alguém que vá ficar com ela. Fui numa creche muito moderna ontem e saí de lá com uma sensação horrível, com vontade de chorar, porque gostei tanto da creche logo de cara e não posso pagar, muito cara. Vale à pena, porém está fora dos meus poderes aquisivos. hehehe


Dá muito desânimo, sabe, ter que voltar a trabalhar. Não me considero preparada pra deixar Bia seja com quem for. Mas também sinto uma imensa necessidade de ganhar o meu dinheiro e compras as coisas necessárias pra ela e alguns mimos.


Liguei hoje pra algumas pessoas indicadas, a fim de marcar uma visita e conversar sobre a creche. Creches mais baratas. E também vou conversar com uma pessoa perto de casa amanhã. Ai, que dó. Vejo minha menininha tão indefesa dormindo e acabo achando que não vou ter coragem ou vou trabalhar muito mal. É claro que é questão de adaptação, mas até conseguir... Muito sofrimento.


A idéia de deixar minha filha com outra pessoa -- provavelmente desconhecida -- está atingindo proporções bem diferentes porque está chegando a hora de fazer isso de fato. Afinal, será que alguém cuidará dela tão bem quanto eu? E se ela chorar o dia inteiro? Será que eu vou conseguir ficar sossegada
Na verdade, tô me segurando pra não cair em prantos antes da hora, porque ao invés dela chorar quando eu sair da creche no primeiro dia, eu é que vou chorar e  vou dar  vexame.


"A inserção da criança na creche é um dos momentos muito importantes na vida da criança e da mamãe. É a primeira separação real dos dois, marcando a sua entrada no mundo social."
Me separar da minha menina, do seu cheirinho, do seu denguinho, das suas risadas mais gostosas, enfim, deixá-la em casa ou na creche vai ser muito doloroso.
Mas é necessário. Então, vamos lá. A procura da creche (babá) "perfeita" continua!!!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011


Lendo esse texto do site http://odivaadellas.blogspot.com, me emocionei de montão. As meninas do site sempre têm as palavras certas pra cada assunto. Que dom de escrever elas têm. Como estou sempre acompanhando, vez ou outra compartilho com vocês aqui o que leio lá e convido todos a visitarem o site delas.

Como estou passando pela mesma coisa que a Cinthya, nossa, meus olhos se encheram de lágrimas. Sou mãe solo também, minha menininha de 5 meses tá dodói também, também tenho dormido muito pouco, estou com uma aparência péssima, dói ver minha menina tentando dormir, mas não conseguindo porque o nariz está obstruído. E ela chora de um lado e eu com o choro parado na garganta. Tudo isso: SOZINHA. O texto caiu como uma luva.






(by Cinthya)

Vida de Mãe Solteira não é fácil.  A gente vai tirando de letra, é fato. Mas sei que sequelas vão se aglomerando dentro de nosso emocional e a gente finda por moldar-se, mesmo que inconscientemente. De repente a gente se vê presa em pensamentos e atitudes que antes não condiziam conosco. A gente vai aprendendo a conhecer um lado da vida que antes era totalmente desconhecido. E você descobre nas pessoas a admiração por você e também o asco e o preconceito que muitos te lançam. E isso, por mais que a gente não dê bola, machuca e fica guardado em algum lugar aqui dentro.

Meu filho está dodói. Há duas noites eu não durmo bem, cuidando dele, verificando a temperatura, pondo remédio para desobstruir o nariz, tentando acalmá-lo. Pela manhã o deixo chorando: "Mãe, porque você tem que ir trabalhar? Por que você não fica pra cuidar de mim?". E saio. Com o coração despedaçado, mas com a certeza de que tenho que ir, tenho que ganhar o nosso pão.

No trabalho, poucas pessoas se importam se você está 100% ou 10%, o trabalho tem que ser feito e os resultados são cobrados. Você trabalha, cansada, sonolenta e preocupada, mas trabalha e consegue atender à demanda. Louca pra chegar em casa você se desmancha em zelos com o filho. Cuida, vê se a medicação foi ministrada corretamente, vai ao médico novamente, conta o dinheiro pra ver se dá pra comprar os demais remédios.

Você nem tem tempo pra chorar ou se sentir fraca. É tudo muito intenso e tudo sobrecai sobre você mesma. Então, não dá pra pensar muito. É agir ou agir. Não temos escolha. Se o filho chora, é você quem tem que acalentar, mesmo com o coração em pedaços, você tem que ser forte e acalentar. Se ele te pergunta "Mamãe, porque tá doendo?" é você quem tem que engolir à seco e procurar a melhor resposta para dar pra ele.

Quando enfim ele adormece nos seus braços você desmorona. É o único momento em que você pode chorar sem que ninguém veja. É o momento onde você sente o reflexo do peso das emoções do dia. É o momento no qual você se despe da roupa de Mulher Maravilha e chora como uma simples mortal.

Aí você olha pro filho, tão inocente, tão dependente de você e vê que a vida te deu um laço que nunca, em hipótese alguma será desfeito. Um amor tão grande e tão forte que chega a doer. Um misto de sensações de poder e impotência tomando conta do mesmo ser, ao mesmo tempo.

À todas as Mães em Carreira Solo (assim como eu), o meu abraço, o meu respeito e a minha admiração. E, que Deus proteja os nossos filhos.



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Aos 34 anos, sagitariana com ascendente em capricórnio (discordo, mas fazer o quê?!), do Rio de Janeiro (com louca vontade de morar num lugar tranquilo), estudante de psicologia (mas cheia de problemas de cabeça. rsrrsrsrs), mãe e pai da pequena Bia, de 5 anos. E esse blog fala da nossa trajetória, dos meus sentimentos, minhas muitas lamentações, etc.

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