domingo, 29 de julho de 2012

  

Pra quem diz que a Sibu faz mal, tem razão, faz mesmo... Umas pessoas sentem menos, outras mais. No meu caso, sinto muitas reações desagradáveis... Porém...

Tem mais ou menos um mês que comecei a tomar. Já tinha perdido uns kilos antes, acho que uns dois, porque tava usando Linhaça com Chia, que é horrível, por sinal. Nossa, colocava na comida e não conseguia comer... Será que a intenção é essa? rsrsrs

Depois comecei a tomar a Sibu. Aos poucos, fui sentindo as reações desagradáveis: dor de cabeça, secura na boca, taquicardia, constipação voltou (que há muito tempo eu não tinha mais), falta de ar ao subir poucos degraus de escada... Não tinha sentido aquela irritação até então, mas percebi que esse fim de semana ela veio com força total. Acho que a pior das reações é essa, odeio me sentir irritada. Com qualquer coisa eu explodo.

Confesso que estava tomando esse remédio quando comecei a namorar o pai da minha filha, em junho de 2010. E não era nada fácil pra ele aguentar meus ataques de irritação, meu estresse, minha depressão... Mas ele nunca acreditou que era por causa do remédio. Tudo voltou ao normal quando parei de tomar... E o problema é que ele me dava mil e um motivos pra ficar irritada e de mal com a vida... Não ficava à toa...

Bem, 6 kilos já se foram em 2 meses (juntando o tempo da Linhaça/Chia e a Sibu). Roupas começam a caber novamente, me vejo melhor quando olho no espelho. Mas me sinto mal, às vezes. Tenho umas vertigens... Se tenho medo de reações piores?? Claro! Mas sou teimosa e ODEIO ficar gordaaaaaa!!! Acho que essa história de que temos que estar satisfeitos com o que somos e não nos importar com o que as pessoas dizem, não cola comigo. Não me aceito assim, me acho horrível, tenho vergonha de fazer as coisas que gosto, como ir à praia, clube, usar um shortinho ou até mesmo 'namorar'... Quero sempre melhorar e não simplesmente aceitar e pronto. Enquanto as pessoas se aceitam daquele jeito, vai se entupindo de besteiras e a vida continua, as pessoas que gostem delas assim? Não! VOCÊ TEM QUE GOSTAR DE VOCÊ, independente das pessoas. Se o marido fala: - Amor, você está bem assim. Daí você estaciona e pensa: Se meu marido gosta de mim assim, então eu posso comer o mundo e ficar do tamanho que for, que ele vai continuar me aceitando. Ledo engano, minha cara. Já vi alguns amigos reclamando da mulher: que ela não se cuida, que está gorda demais e nem pensa em melhorar, que é relaxada, etc... E esses tem várias amantes por aí. É certo isso? Não! Não estou colocando a culpa da traição toda em cima da mulher, mas algumas facilitam isso. Que homem ficará satisfeito em ir pra casa correndo quando lembrar daquela mulher goooorda, de cabelo em pé, roupa rasgada, entre outras coisas?? Nem um. Também acho que se o homem não está satisfeito com a aparência da esposa, que se separe! Pronto! Não tem que trair. Mas alguns querem preservar o casamento, incentivam à mulher a se cuidar, a melhorar, a estar linda quando ele chegar, mas e ela? Nem aí pra ele. Aí quando é trocada por outra mais bonita, mais cheirosa, mais vaidosa... Chora... E olha que não falei só em relação ao peso da mulher. Têm as magras também que dão sorte pro azar, não se cuidam e quase morrem se o marido ou namorado olham pra outra.


Temos muitas formas de ficarmos melhores, e se você acha um absurdo tomar Sibutramina ou outro remédio pra emagrecer, se acha perigoso, etc, tente outra forma. NÃO ESTOU FAZENDO APOLOGIA À SIBUTRAMINA. Sei que o sacrifício de fazer dieta é gigante, é chato não comer uma coisa que você está com vontade, chega a dar uma tristeza, mas o melhor é chegar ao objetivo, e não largar tudo pelo caminho só porque é difícil!


E são só uns 3 meses de comprimidos, depois dependerei da minha força de vontade. O grande X da questão, é que eu como sem ter fome, somente por ansiedade, somente por gula, somente por necessidade... sei lá. E aí é que a pessoa engorda o dobro, depois que para de tomar.

Depois que tive a Bia foi que engordei. Fiquei uma grávida linda, engordei normalmente, não fiquei acima do peso. Mas depois... Sentia uma ansiedade monstra e queria comer tudo o que via pela frente, principalmente doces. O dia que não tinha doce em casa, misturava açucar com leite na frigideira, aquilo virava uma bala e eu mastigava. Ou então comia leite em pó com açucar. Hoje em dia ainda tenho vontade de comer doce, mas na época era insuportável, se eu não comesse, acho que sofreria de crise de abstinência. Conclusão: Ganhei 13 kg. De 65 (já me achava gorda) fui pra 78, me sentia obesa. (rsrs) E agora estou com 72 kg. Me basta voltar aos 65, mas creio que a barriga continuará imensa. Aí já não sei o que fazer. Queria mesmo poder ir à academia, mas não tenho tempo livre. Acordo às 5:30 hs e quando saio do serviço, tenho que vir correndo pegar Bia na babá. Ou seja, nada de academia.


Bem, vou contando os meus passos com a Sibu nos próximos posts...

Beijos a todas e cuidem-se!!!!
sábado, 21 de julho de 2012


   Esses dias, em uma de minhas entradas no Facebook, recebi uma resposta de um amigo recém encontrado (estudamos juntos na infância) a uma pergunta que tinha feito havia alguns dias atrás. Tinha perguntado se estava tudo bem e se ele já tinha se acostumado com a nova vida de pai. Ele tem uma bebezinha recém-nascida. Para minha surpresa (apesar de não saber a fundo sobre a vida conjugal dele), respondeu que estava tudo bem, mas que estava se separando. E que aceitaria conselhos... De imediato, passou um monte de coisas na minha cabeça e o respondi com algumas considerações, pra que ele pudesse pensar melhor. Quem sou eu pra dar conselhos sobre fim de casamento pós-nascimento de um bebê, haja vista que nem cheguei a me casar? Mas sei como é uma vida conjugal, pois já tive uma há anos atrás. Estou ciente de que não é nada fácil conviver com outro ser humano (nem namorando é fácil, imagine morando sob o mesmo teto), e imagino que fique bem mais complicado quando, de repente, toda a rotina do casal é mudada por causa da chegada de um ser que precisa de toda a atenção.
   Todas nós sabemos que, quando o bebê nasce, todas as atenções são direcionadas para ele, porque ele necessita de muitos cuidados. Com o tempo, marido e mulher ficam sem tempo e disposição para qualquer diversão com amigos e familiares e os momentos a sós do casal praticamente deixam de existir...
   A mulher fica estressada, irritada, sensível, cansada, entre outras coisas. Ela precisa aprender o que fazer para acalmar o bebê, quando ele chora estridente e incessantemente ou o que fazer para ele dormir; além disso, ela precisa cuidar da casa, da comida, das roupas do marido, das suas e agora do bebê... Precisa alimentar, dar banho, colocar pra arrotar, trocar fraldas, atender o telefone... Ufa!! É muita coisa, não é? Que horas ela pode deitar para descansar?
   Nem sempre, por sua vez, o marido consegue perceber essas dificuldades de sua esposa, até porque não participa da rotina diária por estar fora de casa trabalhando; perde a atenção exclusiva dela, tendo que dividi-la com o bebê. Até o choro do bebê pode passar a se tornar um transtorno para o pai, ele não consegue dormir como antes. Suas roupas já não estão bem arrumadas, a esposa não cozinha mais como antes, a casa já não é tão arrumada... A mulher pode passar a vê-lo como uma pessoa egoísta que só pensa em si mesmo, que é uma pessoa insensível que não vê o quanto ela se dedica para que tudo esteja da melhor forma possível.
   E a parte sexual? A mulher precisa de um tempo para que seu corpo volte ao normal depois da gravidez e do parto; seu desejo sexual já não é mais o mesmo, afinal está estressada, não tem dormido o suficiente, ainda existem muitas tarefas a cumprir dentro de casa, ela também se sente insegura com as mudanças que seu corpo sofre... Por outro lado, o homem está ali a todo vapor, querendo o carinho da esposa e sentindo o desejo à flor da pele...   
   Com isso, os conflitos entre eles podem surgir, aparecem as brigas, discussões, incompreensões, afinal os dois tem suas razões para agirem de tal forma e nem sempre conseguem enxergar ou entender as razões do outro.
   O sonho de toda mulher é ter um marido que acompanha o dia-a-dia, divide as tarefas com ela, entende o seu cansaço, respeita seus limites. Um beijo, um carinho, estar ao lado da esposa enquanto ela coloca o bebê para dormir, faz com que ela se sinta amada. Ela, por sua vez, passa a retribuir os carinhos que recebe, o que faz com que a intimidade entre eles se renove.
   É importante o diálogo, a compreensão e paciência para os dois se entenderem e compreenderem que tudo é apenas uma fase de adaptação e novas experiências que podem aumentar a aproximação do casal, fortalecendo a cumplicidade e o amor entre eles.

Olá, pessoas!!! Td bom com vocês??? 

Comigo está tudo indo bem... Novo emprego, novo horário de chegar em casa e pegar a filhota na babá, novo salário (que já estou ansiosa para receber o primeiro.), filha correndo (ela não anda, ela corre!), falando (repete um monte de coisas que a gente fala, quase que perfeitamente!), agora ama tanto ficar na casa da babá que não quer mais ir embora pra casa... Chora, quando vou pegá-la do colo dela, é mole??

A festinha de aniversário de UM ANO foi um SUCESSO! Ficou tudo lindo! Deu trabalho, viu?? Mas valeu à pena. Fotos aqui.


O papai ligou e falou que vai ajudar em alguma coisa, que é pra eu esquecer esse negóciod e justiça, etc, mas parou de ligar de novo, sabem por quê?? Compartilhei uma imagem no facebook que dizia: "Homem que é homem assume o que faz." Na imagem, tem um homem beijando a barriga de uma grávida. Gostei e compartilhei. Ele, todo ofendido, falou comigo no facebook que fica com raiva de algumas coisas que eu faço... Podem crer?? E o que ele fez, não conta?? E todo esse tempo sem assumir a filha, o tempo que passei sozinha na gravidez, os momentos em que chorei também sozinha por causa das dificuldades que uma MÃE SOLTEIRA passa... Por acaso, isso me fez ficar com raiva dele, maltratá-lo quando ele ligava (uma vez na vida, outra na morte), dizer que ele nunca mais iria ver a filha dele, como muitas disseram pra mim que falariam, se estivessem no meu lugar...?? Não. No início, senti mágoa sim. Tristeza por amar uma pessoa que eu conhecia desde que éramos pirralhos, que era chegado à minha família e que sumiu na primeira oportunidade, dizendo que a filha não era dele... Mas mesmo assim, sempre o tratei como se ele nunca tivesse agido assim, como se nada disso tivesse acontecido, como se ele ligasse todos os dias e como se ele tivesse ajudado em todas as despesas que tive depois que fiquei grávida... Aí me vem com essa história de que fica chateado com as coisas que E-U faço??? Imagina se ele ler esse blog desde o início então??? Aí mesmo é que vai espernear...
Mas o que eu diria pra ele?? " - Muito bem, Sr. Pai. Depois desse tempo todo criando uma criança sozinha, arcando com todas as despesas, passando as dificuldades financeiras e psicológicas só tendo como cúmplice e testemunha o meu travesseiro, continuar com a esperança de formar uma família, continuar percebendo que o sentimento (o meu, é claro!) de antes nunca morreu, continuar atendendo seus telefonemas (que acontecem em meses espaçados) sem te fazer cobranças ou sem te jogar pedras, estar disposta a te dar uma nova chance de mudar a história a qualquer momento, enfim... Nada disso é suficiente pra que você pare de sentir raiva por qualquer coisa e veja que a "nossa" filha não TEM QUE PAGAR POR NADA DISSO??? Nada disso te faz pensar que quem tem mais motivos pra ficar com raiva, mágoa, ira, sei lá mais o quê, sou EU e mesmo assim, não tenho nada disso?? Se sua intenção, quando me abandonou grávida, era de me punir por ter vacilado e ter deixado a gravidez acontecer, nada te faz chegar à conclusão de que eu já fui punida até demais?? Que já basta de punição? "

É isso aí, minha gente! O ser humano é assim, usa o erro dos outros pra tentar justificar os próprios. Vida que segue...

O fato é que tô muito feliz em ter minha filha. Como já disse aqui, na época em que engravidei, estava numa falta de amor próprio e amor à vida profunda, vontade de sumir, morrer, ser abduzida, sei lá. Ainda por cima, tomava remédio pra emagrecer, que me deixava ainda mais depressiva... Meu "relacionamento" já tinha deixado de ser uma relacionamento a dois e passou a ser uma insistência minha, porque ele já não estava nem aí pra mim... Então, se minha filha não chegasse no momento em que chegou, não sei o que eu seria ou onde estaria hoje. No "Pinel", talvez.

Minha filha é a razão da minha vida, a razão pela qual eu acordo todos os dias às 5 da manhã depois de todas as noites mal dormidas (porque minha filha dorme mal à beça, diga-se de passagem.). Olhar para o sorriso da minha menina, para o único dente que ela tem na boca, vê-la correndo, ao invés de andar, ouvi-la falando na língua dela, cantando, dançando, sentir seu corpinho se chegando ao meu de madrugada, pra dormir agarradinha comigo, sentir seus dedinhos na minha boca quando está tomando a  mamadeira ou puxando meu cabelo, enfim, tudo, simplesmente TUDO, me dá orgulho. Talvez por isso tenha deixado de lado aquele desespero inicial, por ser mãe e estar sem marido, sem nenhuma aliança que ME mostrasse e mostrasse aos outros que eu tinha alguém do meu lado pra compartilhar as horas boas e ruins da nova vida de mãe, a tristeza que parecia que ia me consumir quando alguém me perguntava: E  o pai?? Tá feliz com a chegada do bebê?

Ser mãe é muita responsabilidade. Educar uma criança no mundo de hoje, onde encontramos tanta gente egoísta, mal educada, cheia de maldade na cabeça, é uma missão que nem todas as pessoas são capazes de cumprir ou cumprem "porcamente", criando crianças medíocres, mal amadas e tão egoístas e mal educadas quanto elas, e que no futuro se tornam adultos insuportáveis... A boa educação é papel do PAI e da MÃE. Não é só do pai, mas também não é só da mãe, porque  na hora de fazer o filho, cada um tem seu papel, não é mesmo?? E se a mulher errou porque usou a pílula errada, ou porque não usou, ou porque não usou preservativo, ou porque só pensou em virar o olhinho na hora e em mais nada, ou por isso ou por aquilo, não cabe ao homem virar as costas e dizer: "Não tenho responsabilidade nenhuma nessa criação, não vou assumir, VOU SUMIR." Até porque sabemos que o homem é o primeiro a insistir em não fazer uso do preservativo, porque machuca, porque aperta, porque isso e aquilo...

Mas ser mãe também é nascer de novo. É ver no seu bebê um pedacinho dela mesma, uma miniatura. É chorar de emoção quando ouve o primeiro choro, é chorar de alegria ao ouvir o primeiro "mamã", é sentir o coração pular quando vê o bebê dar os primeiros passos, é não segurar a felicidade quando o bebê  aprende a reclamar se o tiram do seu colo... O cheiro, o sorriso, o toque dele lhe restaura as forças, o vigor. Se ele está doente, o coração fica pequenininho...

O desespero inicial deixei de lado, mas ainda não acostumei com a condição de ser mãe solteira. Não concordo com as mães que dizem que o bom de ser mãe solteira é não ter que dividir o amor do (a) filho (a) com o pai. Queria mais poder dividir isso e todo o resto com ele. Queria ver nos olhos dele a mesma alegria e orgulho que os meus transparecem quando minha filha sorri. Apenas sorri. Ou diz "mamã"... Queria que ele ouvisse e se orgulhasse quando ouvisse as pessoas dizendo: Está a cara do pai, essa menina!

E sabem de uma coisa? Não acho que vá me acostumar. A cada desenvolvimento que percebo em minha menina, penso: Por que ele não está aqui pra ver isso??
Isso ainda me incomoda MUITO. Me machuca. Mas ele não sabe. Acha que eu tô tirando de letra ser mãe sozinha. Acha que o que me importa é que ele me dê a grana e pronto! Tudo estará bem. Muito enganado ele está. Preferia não receber dele um centavo que fosse, se ele se fizesse presente na vida da nossa filha.

Pois bem... Falei demais, nem sei quantas pessoas vão conseguir ler esse post até o fim. O que importa é que fiz meu desabafo.

Beijos a todas.





sexta-feira, 6 de julho de 2012
Vidinha corrida, essa minha... AMO ser mãe... Amo. Não sei o que seria de mim se minha filha não tivesse chegado na minha vida justamente na hora em que chegou, já deixei claro algumas vezes isso por aqui...
Mas confesso que tem lá suas dificuldades...

Mudei de emprego, sabem? Estava muito em dúvida se mudaria ou não; amava o meu emprego na loja de produtos personalizados, vivia naquela agitação da loja e aquilo me fazia muito bem. Aliás, o que seria melhor pra mim do que trabalhar com lembrancinhas para festas, já que tenho um sonho antigo de abrir um negócio desse ramo: lembrancinhas, decoração de festas, convites, cartão de visita, etc... Fora as cestas de café da manhã que sempre gostei de fazer... 
O que estragava na loja eram os clientes, muitos deles ignorantes.

Mas precisava ganhar mais. Precisava (preciso) estar mais tempo com minha filha, que fica muito tempo na casa da babá e longe de mim... Como sabem, sou mãe solteira, não ganho pensão e nem apoio do pai da Bia e isso faz com que eu tenha que colocar o sustento dela como prioridade na minha vida. O que eu gosto não está mais em questão... Daí resolvi aceitar a nova vaga.

Inclusive nesse momento estou escrevendo esse post sentada na cadeira da minha nova sala. É, eu tenho uma sala só pra mim e pro meu chefe, que quase nunca aparece. Sou secretaria de 2 médicos num hospital. Chique não?
Salário aumentou consideravelmente, não trabalho sábados e domingos, entro às 07:30hs e saio às 16:30hs, embora esteja sendo liberada já às 16 hs... Beleza... Por enquanto não tenho muitas funções, ainda estou pegando no tranco e aguardando ordens dos meus chefes... Enquanto isso não acontece, estou aqui no blog.

No início desse post mencionei dificuldades da vida de mãe...Deixa eu me aprofundar nesse comentário. Não queria ter mudado de emprego, embora já esteja acostumando com a ideia. Se eu não tivesse alguém para sustentar, não mudaria. Essa é a primeira dificuldade. Temos que abrir mão muitas vezes de nossos interesses para priorizar o bem-estar dos filhos. Eles é que importam.

Agora acordo às 5 da matina. Quem diria?? Eu sempre disse que nunca iria arrumar emprego que tivesse que levantar essa hora, eu que sempre gostei de dormir muito. Pois é, aí estou. Saio de casa ainda está escuro... Tudo pela minha "pretinha". Levanto, dou um cheiro nela, pra  me dar força, deixo-a na cama da vovó e vou-me embora... Em compensação, às 18 hs estou em casa, não fosse esse trânsito RIDÍCULO, chegaria antes.


Bem, pelo menos agora já me vejo mais perto de realizar alguns desejos: andar bem arrumada, ter meu cantinho, comprar o que quiser pra minha filha e o mais importante? Ser independente... Enfim...

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Aos 34 anos, sagitariana com ascendente em capricórnio (discordo, mas fazer o quê?!), do Rio de Janeiro (com louca vontade de morar num lugar tranquilo), estudante de psicologia, mãe e pai da pequena Bia, de 5 anos. E esse blog fala da nossa trajetória.

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