sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Legenda: Eu posso.... mas eu não vou.


Na boa, quero mandar um recado pra mim mãe:

Mãe, na boa, se eu tomar um toco do meu trabalho (lê-se: for demitida), vou voltar pra debaixo da sua saia. Vou aceitar ser cuidada e sustentada por você de novo, tá?

Vou ficar de férias (forçadas), vendo TV, comendo e dormindo.
Ah, e somos duas, eu e Bia.
Mas tenho certeza de que você vai adorar ter a nossa companhia de volta.
Justo, né?
Eu juro que lavo a louça e mantenho a casa arrumada, enquanto você trabalha.
E se puder pagar uma faculdade pra mim, eu agradeço imensamente.
Gostou da ideia?
hahahahahaha

#NiviaLouca
sexta-feira, 23 de outubro de 2015


Vendo um vídeo no YouTube, muito me identifiquei e descobri que o que eu tenho é: UM CACHORRO PRETO.

É um cachorro que me visita sem razão, sem ocasião, se nem ao menos avisar. Enquanto o mundo todo parece aproveitar a vida, parece que esse cachorro vive à minha frente e não me deixa ver as coisas boas que eu também posso aproveitar.
As coisas que me faziam bem antigamente, agora não tenho tanto interesse. Eu não tenho a memória boa e nem capacidade de concentração. Parece que o cachorro comeu.
Com ele por perto, é necessário que eu faça uma força sobre-humana pra fazer qualquer coisa, até levantar da cama. 

Quando eu estou entre muitas pessoas, ele vai comigo e, às vezes, espanta qualquer autoconfiança que eu possa ter.
Muitas vezes eu faço muita força pra esconder esse cachorro das pessoas e isso me deixa exausta!
Ele me faz pensar e falar coisas negativas. Ele me deixa irritado e as pessoas não conseguem conviver comigo. Ele afasta de mim o amor e atrapalha minha intimidade com as pessoas.
O cachorro sempre vem me acordar com pensamentos negativos e repetitivos. E ele gosta mesmo é de me lembrar como vou estar cansada no dia seguinte.

Ter um cachorro preto não é se sentir triste ou pra baixo. É mais do que isso. É perder a capacidade de sentir. Às vezes me sinto envolta numa camada de gelo.
Quanto mais eu envelheço, quanto mais o tempo passa pra mim, o cachorro também cresce. E agora se tornou gigante. E bem freqüente em suas visitas.
Eu sempre tento afastá-lo, mas ele geralmente me vence.
Então, me tornei boa em me automedicar, pra que ele pudesse sumir. Mas não estava resolvendo.
Em alguns momentos, eu me sinto isolada de tudo e de todos. O cachorro preto parece que conseguiu roubar minha vida de mim. Quantas vezes eu me perguntei qual o real motivo da vida.
E quanto mais estressada ou cansada eu estou, mais alto ele late. 
Ø    Agora eu procurei ajuda. Ajuda de amigos e ajuda profissional, porque sei que esse é o primeiro passo para a mudança dessa situação. 
O que é esse cachorro preto? E o que fazer com ele? 
ELE SE CHAMA DEPRESSÃO.
·       Descobri que não posso ter medo dele, em primeiro lugar. Preciso enfrentá-lo.
·       Preciso ter a mente serena. O quanto eu puder.
·       Os exercícios físicos, assim como os remédios, ajudam em muito. Preciso administrar meu tempo para incluí-los em meu dia-a-dia.
·       Escrever sobre meus sentimentos pode ser purificador. E isso eu faço sempre!
·       Preciso me lembrar das coisas pelas quais eu sou grata!
·       Descobri que muitas pessoas também têm consigo um cachorro preto e que não existe pílula mágica, embora eu deseje que inventassem.
·       Descobri que remédio pra alguns resolvem, mas outras pessoas precisam de outras opções agregadas.
·       Eu estou aprendendo que ser sincero com as pessoas em relação ao que tenho sentido, me ajuda e muito. Mas que não é qualquer pessoa que entende sobre o cachorro preto. Muitos acham que ele é apenas coisa da minha cabeça, outros acham que sou apenas preguiçosa ou chata ou desinteressada.
·       O conhecimento, a paciência, a disciplina e o bom humor são curadores e precisam fazer parte da minha vida.

Não sou agradecida ao cachorro preto. Mas ele tem me ensinado muito, apesar de tudo. Ele me forçou a reavaliar minha vida e, através dele, percebi que não posso fugir simplesmente dos meus problemas, então devo encará-los.
Não sei se esse cachorro vai sempre fazer parte da minha vida, mas ele não pode continuar sendo do tamanho que ele é e não pode continuar me fazendo o mal que ele me faz!

Veja o vídeo AQUI.


quinta-feira, 22 de outubro de 2015
  

Olá, pessoaaaas!






Dei uma breve passada aqui pra dizer que o Blog está de cara nova. A primeira postagem foi em 10 de janeiro de 2011 (você pode ler AQUI), portanto tem 4 aninhos! 
Nossa, 4 anos!!! E eu, que amo mudar tudo de lugar sempre (porque enjoo de tudo), nunca mudei o layout (pelo menos acho que não. rsrsrs). Agora escolhi esse lindinho, que achei num site. É um layout pronto já, não editável, mas por hora vou deixar esse mesmo. Gostei dele num todo, mas gosto de fazer umas modificações e quando baixamos o layout de algum designer, geralmente é bloqueado pra essas modificações, você fica limitado. Eu gosto do botão "subir ao topo", acho que facilita bastante, gosto do pop up "assinar feeds de notícias", pras pessoas que acessam o email com frequência acompanharem melhor os posts. Ainda não coloquei, mas vou tentar. 

Pois bem. Por que gostei desse layout?
A combinação de cores dele está muito bacana. O tom de verde que se sobressai, me agradou. As figuras que contêm nele combinam bastante comigo, porque adoro fotografia, flores, corações, amo casalzinho de pássaros e gosto da Torre Eiffel, apesar de nunca ter visto de perto. hahahahahahaha
A mulher usa óculos como eu, tem um brinco de pérola como o meu e é da minha cor.
É um layout simples sem muito fru-fru e eu adorei!
Espero que gostem e que eu possa voltar a receber as visitas que recebia antes de ter abandonado o meu querido blog, afinal são 4 anos de amor, mas até no amor a gente passa uma fase meio distante. Né? Ou não? Não sei se entendo muito de amor. hahahahahhaa

Fico por aqui...

"Inté."



Banner antigo. Vou guardar aqui de recordação.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Não culpe a Deus, 
não culpe a ninguém,
nem culpe a si mesmo. 

Embora a culpa seja sua, não faz bem se martirizar por isso. Corra atrás dos muitos atrasos e prejuízos.  É claro que você vai ter que administrar o tempo presente com o tempo perdido, mas, você vai saber como fazer isso. 

Não culpe o governo por a crise ter te encontrado desprevenido.  Você foi quem não quis estudar.  Então,  como ter agora uma profissão estável,  uma casa própria e um carro pros seus passeios ou pra enfrentar esse engarrafamento ou o "vai e vem" da vida de forma mais confortável?

Você mesma não quis considerar os sinais que estavam debaixo do seu nariz, que te mostravam - o tempo todo - que aquele idiota não assumiria você nem a paternidade e, por isso, agora você cria seu filho sozinha. 

Não culpe os caras por não querer compromisso com as mulheres,  se você mesma não se valorizou e não mostrou a eles que você era diferente.  Agiu como qualquer outra. 

Não culpe as mulheres se hoje elas estão contrárias a relacionamentos e "cagam e andam" pra casar, afinal tudo o que elas já viram até aqui de histórias de homens aprontando todas, daria um livro mais grosso que a Bíblia. Vocês, homens, vivem aprontando, querendo duas ou mais mulheres ao mesmo tempo e elas se cansaram de ser bestas. Não que eu seja a favor da postura atual delas, odeio vulgaridade e não apoio mulher que sai com um e com outro, mas sei que no meu tempo de adolescência se achavam mais mulheres fiéis.


Não culpe a Deus de não ter facilitado pra você em algum momento, afinal, você valorizaria se alguma coisa fosse fácil??

Faça diferente a PARTIR DE HOJE.

Estude.
Se valorize.
Economize.
Se santifique.
Se equilibre.
Seja diferente.  
Faça sua vida valer a pena. 

Vai ser fácil?  Não!  Talvez você tenha menos tempo do que teve até aqui. 

20, 30, 50... quantos anos você tem ?? O que você conquistou? Um marido que te humilha? E, claro, continua casada pra manter o STATUS: CASADA. É bonito ser casada. Mas é feio ser infeliz e viver se aparência.

Você vai chorar ainda muitas vezes, vai sofrer, vai desanimar, vai querer recuar.  Mas lembre-se e se pergunte: 

O que eu conquistei até hoje ??? 
O que eu tenho pra me orgulhar no meu próximo aniversário? ?
E aí,  recomece. 

Talvez alguém tenha uma grande parcela de culpa: seus pais. Que fizeram tudo errado, te ensinaram errado ou nem se importaram com o que você seria no futuro.  E talvez não. Talvez eles tenham te dado o suporte necessário, mas você não quis aproveitar.
  
O fato é: De que adianta achar o culpado ?
Ache a solução!  

Ache o tempo que em algum lugar você perdeu.  

Volte.  Volte nas lembranças e veja onde errou. E RE-CO-ME-CE.

Não há uma máquina do tempo. Mas ainda há tempo pra recomeçar. 

Nívia F.


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Aos 34 anos, sagitariana com ascendente em capricórnio (discordo, mas fazer o quê?!), do Rio de Janeiro (com louca vontade de morar num lugar tranquilo), estudante de psicologia, mãe e pai da pequena Bia, de 5 anos. E esse blog fala da nossa trajetória.

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